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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Transando com um boy de programa






Olá...
Naquela sexta-feira à noite eu resolvi não sair, estava entediado e preocupado em terminar um relatório referente ao ultimo simpósio da empresa. Como estava em viagem estava hospedado em um belo hotel de frente para o mar.Bastava descer e andar poucas quadras e estaria na melhor área de lazer e entretenimento de Fortaleza.Mas estava tão preocupado em acabar minha tarefa que deixei para sair no sábado.
Era aproximadamente 22.30 liguei pedindo uma pizza, como não queria que colocasse na conta pedi ao entregador que viesse até minha suíte para receber o dinheiro.
Eu tinha acabado de tomar um banho e estava enrolado de toalha. Assim que alguém bateu a porta despreocupadamente abri.
Dei de cara com um rapaz moreno, alto com olhos negros e um sorriso alvo.
Meu cacete deu uma guinada de 90º, caramba senti um intenso tesão, por aquele jovem que minha vontade era de puxa-lo pelo braço e jogar na cama e fuder ate dizer chega. Mandei entrar enquanto procurava o dinheiro na carteira.
Senti que me olhava.
Claro que notou que eu fiquei excitado, mas nada poderia dizer naquele momento.
Quando lhe passei o dinheiro, ele com a cara de safado me agradeceu pela gorjeta e me forneceu um cartão. E saiu!
Depois de alguns minutos enquanto comia a pizza olhei o cartão de visitas e lá estava escrito um telefone celular e em letras manuscritas.
“Acompanhante para executivos, passivos”.
-Ah então o moleque é um passivinho que gosta de rebolar na vara,foi isto que pensei,peguei meu celular e liguei,
_Alô é Miguel quem fala!
Olá Miguel, olha eu pedi uma pizza faz mais ou menos uma hora, você me passou um cartão, me responde depois que você terminar seu trabalho não quer vir até hotel para conversarmos um pouco?
-Claro, lembro onde é, pois hoje fiz poucas entregas, olha daqui a 45 minutos chego aí, Então tem problemas ir até o hotel?
-Não sempre o pessoal da empresa vem aqui, não se preocupe pode vir que já deixarei sue nome na portaria.
_Ah ta bom já chego ai um abraço.
Liguei para recepção dizendo que logo um rapaz de nome Miguel iria me levar uma encomenda que poderia liberar sua entrada.
O Portei ro anotou seu nome e me deu boa noite.
_Hum... Terei uma boa noite mesmo. Eram aproximadamente 11.45 h quando ouço a porta um leve toc..toc.
Abri todo sorridente e vejo aquele moreno que me despertou um intenso tesão.
Estava diferente sem a roupa de trabalho, mas estava mais bonito ainda.
Nós cumprimentamos cordialmente e mandei-o entrar. Miguel estava com uma pequena sacola na mão.Assim que entrou segurei em sua mão e falei.
_Bem queria ver sua RG quer ter certeza que não é menor de idade, ele riu e me passou seu documento e pude provar que já tinha mais de 21 anos.
Sabem como são as leis, mesmo como maior cuidado que precisamos ter ainda podem-se ter problemas.
_Miguel estava tímido, mas pediu se poderia tomar um banho, claro que pode.
Eu vesti um roupão enquanto ouvia o barulho do chuveiro, depois de alguns minutos o rapaz veio a meu encontro, estava com cabelos molhados, enrolado com uma toalha na cintura.
_Eu sentei na cama e Miguel se aproximou, e sem palavras foi se abaixando. Meu cacete pulsava latejando de tesão.O safado me segurou o cacete entre suas mãos e forçou de encontro a sua boca.
Soltei um gemido de prazer, sentia sua boca morna foi algo gostoso naquele momento senti como se tivesse entrando em êxtase.
Joguei o corpo pra frente para que ele pudesse degustar de cada pedaço de meu cacete.
Ele riu e disse: só um minutinho que vou vestir uma coisa, pode ser?
E foi ao banheiro saindo de lá com um lingerie vermelha que parecia uma ninfetinha.
Por esta eu não esperava.
Ah que gostosura, porque vestiu?
Para que não tenha duvidas que hoje serei sua fêmea, sua putinha que quer sentiu seu cacete todo atochada em meu cu.
Hum... Sei.
Aí foi uma loucura. Fomos para cama com Miguel entre as minhas pernas me chupando ,sentia que estava no auge.Fiz o possível para prolongar meu primeiro gozo,mas a cada chupada que ele me dava sentia a cabeça do cacete encostar na sua garganta,sua saliva misturava ao pré gozo.Miguel sentia que estava louco para gozar.Meu cacete estava com as veias alteradas.
_quer gozar quer?
Goza na boca do teu safadinho goza!
Mas terminou de falar comecei exporrar em sua boca, parecia que estava inundando de tanta quantidade de esperma que ejaculei. Gozei com tanto tesão que parecia que fazia séculos que não trepava.Safado mamava que não deixava desperdiçar uma gota de meu precioso leitinho.
Não acreditei que eu pudesse está ali naquele momento com um garoto de programa, Eu* um hetero convicto bem conceituado entre as mulheres, se esbaldando em prazer com garoto vestido de ninfeta a disposição da minha tara e safadeza.
Mas agora não era momento para pensar, mas em aproveitar cada minuto com aquele jovem que em trocas de algumas notas estava lambendo os cantos da boca e saboreando meu esperma. Uma fantasia obscura do meu ser possuir um macho passivo ao extremo.Bem que seu cacete ficou tempo todo duro,mas como estava vestido com calcinha vermelha não vi.
Fomos tomar um banho juntos e foi muito bom senti suas mãos me ensaboando lavando meu cacete que já dava sinais de vida.
Quando Miguel se esfregava virou de frente e vi seu cacete, era pequeno, mas estava duro, nada que pudesse alterar minha tara por querer enraba-lo.
Depois que estávamos banhados Miguel ficou parado um tempo, na minha frente esfregando sua bunda, meu cacete já fazia um arco, encostei suas mãos na parede do Box e comecei encochá-lo, ele gostava rebolava de encontro, ensaboei cabeça a do cacete e enchi seu anel de sabão, laciava com um dedo logo jê estava com dois dedos enfiados em seu cú. Coloquei uma camisinha e fui dando umas estocadinhas de leve sentindo que se abria, foi quando enfiei cabeça, ele gemeu perguntei se estava doendo.
Respondi que o prazer sobressaia da dor. Lentamente eu metia e parava esperando se acostumar, mas o putinho começou a rebolar no meu cacete,e eu comecei a foder com maior velocidade.
Quando dei por mim meu cacete estava atochado até o talo, parecia que tinha sumido dentro de sua gruta de prazer.
Aí não tive como me segura, estocava com firmeza e seu cuzinho mordiscava meu cacete me deixando com sensações mais prazerosas. Estoquei bem uns 10 minutos.Só parava para segurar em seus quadris com mais firmeza.Logo nossas respirações ficaram alteradas e explodimos em um orgasmos.A sensação de seu cu apertando cada vez mais meu cacete me deixou louco de tesão.Segurei em seu corpo e aquietamos alguns minutos.Acabamos nosso banho e enrolados em toalhas fomos para cama.Pequei duas cervejas e ficamos conversando sobre coisas da vida.Foi assim que soube que Miguel trabalha estuda tem namorada no interior e faz programas com executivos que lha garante uma boa renda,mas que gosta mesmo de homens.Mas que em breve vai voltar para sua cidade e assim vai deixar esta etapa de vida de lado.
Se é que vai conseguir já que sente muito prazer em está sempre com um macho metendo em seu rabo.
Depois da segunda cerveja Miguel já começou apalpar meu cacete que teve reação imediata.
Hum... Vem meu putinho que agora te quero de franguinho assado.Ah não assim é melhor que você atocha até o talo.
Faz de mim sua potrinha fogosa.
Como contestar,impossível!
Ele ficou de quatro (4) e com camisinha no cacete fui alisando sua bunda, dava tapas ele gemia. Aí me aproximei e meti com força,não teve obstáculos fazia minutos que safado tinha recebido cacete.Eu batia em sua bunda ele gemia,ronronava,um safado completo.Sabia despertar o seu macho .Ficamos assim por um bom tempo,
Levantei sua bunda, abri bem as suas pernas. Fiz encostar sua a cabeça no travesseiro, fiquei só alisando a bunda, ele só me esperando enquanto passava mais creme no cacete.
Ainda comecei a masturba-lo quando sentiu minha mão tocar em seu cacete gemeu de prazer.
Aí não deu mais para segurar dei umas estocadas que entrou todo até o talo, Miguel soltou um gemido de ahhhhhh!
E gosou sem tocar em seu pequeno cacete.
Ai fiquei enlouquecido de excitação. Seu cuzinho mordiscando meu cacete ,era bom demais.
Montei em sua bunda e fiquei estocando copiosamente ao ritmo de seus gemidos.
Eu gemia ele gemia quando ele falou que iria gozar de novo aí não tive como segurar começou a socar com mais força meu bate estaca até explodir em um gozo insano e constante. Me atraquei em seus quadris para não desabar.Foi muita porra que saiu do meu cacete.
Caramba gozei como nunca fiz igual.
Depois de alguns minutos Miguel se desculpou porque gozou no lençol sem nem se tocar, levantou foi tomar banho enquanto eu relaxava alguns minutos. Pequei a carteira separei algumas notas deixei sobre a mesa e assim que saiu do banheiro eu entrei.demorei um pouco e quando sai o quarto estava vazio.As notas que deixei separadas tinham desaparecido.No guardanapo poucas palavras.
Obrigado por gentileza e prazer.
Sorri e pensei alguns homens acham que só por serem pagos por momentos de prazer precisa explorar, mas reconheço que em cada minuto de prazer que outro ser oferta a outro independente que seja remunerado ou não.
Existe uma luta de autoafirmação de um ser pessoa. Então encare como uma necessidade física não como uma falta de vergonha.


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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Galinhando com meu namorado.




Olá.
O que vou descrever hoje, na verdade aconteceu na quinta-feira passada.
Foi algo assim rápido e vou tentar descrever da melhor forma possível!
Pois é quando eu estava vindo do trabalho a noite, peguei o mesmo ônibus de sempre e para variar encontrei novas pessoas, achei legal para mudar rotina do dia a dia, mas quando estava a poucas quadras do ponto final que é onde desço, ando um pouco ate chegar a minha casa.
Quando eu estava no ônibus sentia que aquele rapaz alto, que é morador novo do bairro não parava de me olhar. Eu sentia como se tivesse me tirando a roupa.
Eu já ia caminhando em direção à porta do ônibus quando ele chega ao meu lado e pergunta se pode me acompanhar até minha casa. Apenas acenei com a cabeça já que minha casa era caminho para a sua.
Descemos e saímos caminhando lado a lado.
Eu estava já bem perto de casa foi quando ele passou seu braço por cima de meus ombros.
Foi como se tivesse me abraçando.
Senti um arrepio.
Ele segurou firme e ficamos um de frente para o outro.
Foi assim que reparei no volume de sua calça, mas disfarcei, acho que não muito, pois ele deu uma pegada no cacete e vi que estava super. excitado, dando uma valorizada no volume, só para ver minha reação.
Bem eu sou normal com meus desejos e anseio deu uma olhada, como quem não quer nada.
Ele ficou puxando assunto e me perguntou se eu tinha namorado que desde o dia que me viu que sentiu atração por mim e coisa e tal. Foi assim que ele me perguntou se aceitaria tomar uma cerveja, no dia seguinte.
Bem eu aceitei em sair com ele, mas assim que acabei confirmando o Diogo (fictício), me abraçou e começou a me beijar, sua boca se apossava da minha, seu hálito morno com gostinho de chiclete.
Pensei acho que acabei de encontrar um namorado.
Fui para casa radiante, no dia seguinte as 20 h Diogo estava na minha porta, estava muito bonito, com roupa social.
Fomos a uma pizzaria.
Depois saímos para uma boate onde Diogo disse que encontraria com uns amigos.
Chegando à boate conheci os amigos de Diogo, eram três (3) fortes e grandes, um loiro alto com cara de safado, um moreno forte, e um cara negro baixo e musculoso.
Começamos a conversar, mas o amigo de Diogo o negro me convidou para dançar.
Depois de algum tempo Diogo me chamou para ir para casa.
Assim fomos. Seus amigos também foram beber e ver filmes.
Bem chegando lá, parecia que Diogo havia se transformado, ficou arredio e me beijava com um furor que fiquei desconfiada.
Como eu já conhecia todo mundo ficou um tempão conversando e notei a cara de arredio de Diogo que levantou e segurando pela minha mão me levou até seu quarto;
Assim que entramos ele começou a conversar dizendo que eu estava me flertando com seus amigos que isto não estava certo que ele queria eu só pra ele.
Entre uma conversa e outra Diogo ia tirando a roupa e falou é foder que você quer é? Então vem!
Eu falei que não era bem assim e me justifiquei.
Poxa Diogo estou estranhando você!
Ele ficou então envergonhado e pediu desculpas, mas me abraçou e beijou voltando a seu aquele homem terno que conheci dias antes.
Tanto ele como eu estava excitado e excitação foi se apossando de nossa vontade, Diogo tirou minha blusa e começou abocanhar meus seios turgidos. Apalpava e mordiscava-os com intenso desejo.
Você está me deixando louco Marcella, que delicias de xoxota molhadinha.
Vem sentir a excitação de seu macho vem... E entre palavras uma de suas mãos já enfiada em minha calcinha denunciava meus desejos pois estava encharcada de tesão.
Diogo me segurou no colo e colocando na cama com as pernas escancaradas começou a me chupar. Vai putinha rebola na cara de teu macho ,ai delicias que melzinho gostoso goza na boca do teu garanhão goza.
Seja boazinha fica quietinha senão vai ter que dá pra meus amigos. E dizendo isto calou meus gemidos com um beijo.
Eu acabei aceitando seus beijos.
 Logo estávamos no mais alucinado sessenta e nove (69) não me fiz de difícil e comecei a chupar, ele era bem dotado, metia o cacete minha garganta que quase me faziam ficar sem ar, engasgava, ate quase desmaie, que excitação, nesta hora já estava toda entregue ao êxtase. Gozei em abundancia na boca de Diogo que parecia que ia se afogar de tanto me sugar, meu grelo entre seus lábios. Parecia um bebezinho com uma chupeta na boca. Passou alguns minutos e
Foi quando Diogo sentou na cama e ficou recostado e me pegou e fez sentar no cacete duro dele e que cacetão, grande e cabeçorra imensa.
Eu soltei um gemido alto, pois doeu um pouco, mas ele queria que ficasse subindo e descendo em seu membro rígido, estava cavalgando, pois queria muito sexo, e ele já anunciou seu gozo.
 Era uma delicia sentir seu cacete vir fundo das minhas entranhas, parecia que a força dos seus jatos de esperma iam me inundar.
Meteu fundo mesmo sem frescuras, uma verdadeira sessão fodástica,
Depois tomamos um banho e fomos para sala e seus amigos nos olhavam com certa inveja, mas fazer o que?
Esperamos saírem e para evitar falatórios Diogo falou que ia me levar em casa, mas logo resolvemos e ficamos os dois e tivemos.
Muitas horas de sexo. Até o dia amanhecer.
Quando acordamos o já era meio dia e resolvemos ficar para almoçar ali mesmo, pedimos uma pizza, pois já estava bastante tarde para ir algum restaurante e recomeçamos uma nova sessão de sexo.
Diogo estava muito feliz com a sua nova namoradinha *Eu* ou seja, a sua nova putinha.
Assim ainda estou com Diogo um verdadeiro garanhão.
Eu nunca fui de negar fogo, mas nossos finais de semana estão cada vez mais cheios de aventuras.
Porque não dizer ai delicia, assim vocês me matam!


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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Me Descobrindo Lésbica






Olá,
Eu sou a Márcia.
Hoje vou relatar como foi que eu me tornei uma bissexual.
Foi no dia que aconteceu minha primeira relação homossexual
Em toda a minha adolescência tive alguns namoradinhos, mas continuava virgem.
Eu sempre saia com amigas para baladas e acontecia de ficar com garotos, mas ficava só entre beijos e abraços nunca deixei avançar o sinal conservei minha virgindade até meus 22 anos. Nosso grupo era formado por amigas de colégio e vizinhas, mas em nosso grupo tinha uma jovem que todos diziam que era lésbica.
Ouvia rumores apenas, mas nada que pudessem provar em fatos a verdade.
Eu não tinha nada a ver com a vida dos outros, mas na minha intimidade eu imaginava como era a relação de duas mulheres.
E o melhor disto tudo que eu me sentia bem imaginando eu com esta colega. Sentia  uma verdadeira paixão por Ivete minha colega, mas jamais dei a entender que nutria este desejo ardente por ela ou qualquer outra amiga do grupo.
Mas não poderia negar que tinha meu desejo oculto de namorar e ficar com outra mulher.
Digamos me sentia atraída.
Em muitas vezes eu ficava olhando colegas minhas se trocando no vestiário após o treino de handebol, só de ver os seios, ou até a xoxota, isto me deixava excitada.
Algumas trocavam de roupa na frente de todos.
Eu sempre me reservei, pois era muito tímida e retraída.
Imaginava em uma relação intima, mas o medo e o pudor que eu sentia tinha receio da repulsa. Assim eu continuava infeliz e apenas em momentos de solidão batia siririca pensando em alguma colega que sentia atração.
Sentia medo mesmo da sociedade medíocre que adora ditar ordens no desejo intimo de todos.
Eu ficava com medo de ser diferenciada entre as outras amigas, pois a cidade que morava era muito pequena e boatos seriam uma grande tristeza para meus pais.
Mas o tempo foi passando e as coisas foram mudando ate que:
Fui a uma festa certa vez, eu já tinha 22 anos era virgem ainda por incrível que pareça,
Era uma destas festas daquelas que tinha antigamente que fechavam a rua com muitas caixas de som.
Era festa comemorativa da cidade.
Ou seja, a cidade oferecia a seus moradores atrações musicais e havia muitas barracas de comidas e bebidas por toda praça central.
Todos gostavam e nós jovens aproveitávamos para sair da rotina do dia a dia da pacata cidade, pois nossos pais nos deixava ir.
Não havia violência nem drogas como nos tempos atuais.
O som alto e muitas pessoas se aglomeravam, amigos de colégio e todos da cidade participavam, era uma festa muito movimentada, muita gente de cidades circunvizinhas.
Eu estava com um grupo de amigos do colégio ,quando Ivete* uma amiga me chamou para ir até o banheiro, ela falou bem baixinho em meu ouvido.
-Marcia vamos ao banheiro comigo.
-Eu senti um arrepio quando ouvi sua voz em um sussurro em meu ouvido.
Esta amiga era Ivete a que todos diziam que era lésbica.
Eu nem pensei em negar a fazer companhia.
Afinal nós mulheres temos mania de sempre ir a banheiros em locais públicos em grupo.
Ali todo mundo achava que ela era lésbica
Quando ela me convidou para ir ao banheiro com ela,
Pensei comigo mesmo que seria desta vez que eu iria revelar meu mais intimo desejo.
Eu não vou conseguir me segurar, e foi sabendo que poderia rolar alguma coisa entre nós.
Assim que me dirigi ao banheiro, íamos conversando amenidades.
Tanto eu como Ivete já tínhamos tomado bebida alcoólica às escondidas e isto desinibe mais as pessoas.
Ai fui ao banheiro com Ivete era um pouco distante, no trajeto já fui pensando se ela tentasse algo eu não a repudiaria e aceitaria de boa.
Sentia aquele desejo oculto de saber como é mesmo o sexo entra nós mulheres.
Quando estava chegando perto senti um frio na barriga, uma vontade de ir e de não ir ao mesmo tempo, maldita indecisão.
Mas criei coragem e entramos no banheiro.
Quando chegamos ao banheiro, eu já estava com um tesão que minha calcinha parecia está encharcada.
Minha xoxota estava latejando de tesão.
Parecia que tinha um fogo interno.
Foi este tesão que me impulsionou e sem dúvida nenhuma eu gostava muito de mulher.
Nossa o banheiro estava lotado, muitas moças ajeitando maquiagem cabelo e fazendo suas necessidades fisiológicas.
Ficamos na fila eu e Ivete e quando lá no final do corredor desocupou um banheiro entramos as duas juntas.
Ivete falou em voz alta gente estou com dor de barriga, não fiquem importunando tem muitos banheiros ai disponíveis.
-Por favor.
Trancamos a porta.
E entramos as duas rindo, eu ainda estava inibida.
Assim que entramos ficamos bem próximas o espaço era pequeno, sentia sua respiração ofegante.
Ivete era linda seus cabelos preta compridos um pouco mais baixa que eu, tenho 1.73.
Ficamos uma de frente a outra em pé depois sem palavras começamos á nos beijar, de inicio um beijo tímido um leve roçar de lábios.
Mas logo eu dissipei minha timidez e meu desejo contido no meu intimo implodiu como á um vulcão.
Eu segurei sua cabeça e como um homem.
Tomei a total liberdade dos movimentos de nossos corpos que pareciam está em transe.
Eu bem me lembro do gosto da boca de Ivete seu cheiro adocicado, boca macia, seus lábios receptivos aos meus.
Minha língua apossava da sua, adentrando sua boca.
Um êxtase do desconhecido e desejado há muito tempo.
Eu segurava em sua nuca, a beijava com tanta naturalidade tanta sede de seu corpo.
Já faz um bom tempo que ocorreu minha primeira vez, mas até hoje sinto excitação das lembranças daqueles momentos maravilhosos.
Ivete minha doce e amada namorada. Foi a nossa ousadia que deu mais adrenalina a nosso primeiro encontro intimo.
Ainda me lembro de e não sei como tivemos a coragem de fazer, em um local tão cheio de gente.
Agora é cômico, mas na época foi uma deliciosa loucura de amor.
Algumas pessoas batiam na porta, mas ficamos quietas.
Como se o mundo lá fora não existisse.
Só eu e ela. Márcia a virgem tímida e Ivete a experiente.
Não precisavam de palavras, nossos corpos se comunicavam em uma linguagem que só existia a palavra prazer.
Assim o desejo ditava as regras, o êxtase tomava o rumo do prazer sentido.
Eu me sentei e levantei a blusa de Ivete, olhar aqueles seios lindos com os bicos eriçados me deixou arrepiada, minhas mãos foram tocar um a um senti aquele seios, ali na minha frente dei um suspiro de alegria.
O que eu desejava há tempos e sempre me faltou coragem.
Estava eu sozinha com Ivete seus seios, com bicos eriçados. Seu corpo seria possuído por mim.
Finalmente ela era minha, poderia saborear daqueles momentos de prazer, sem medo de repulsa ou qualquer coisa que pudesse me deixar com duvidas da minha verdadeira opção pelo gosto de saborear uma fêmea na total concepção da palavra.
Eu cai de boca naqueles mamõezinhos •, com biquinhos pontiagudos.
Uma delícia!
Sentia o aroma do seu corpo o cheiro de mulher.
Ivete se arrepiava me retribuía carinhos.
Acariciava sua barriga ela apalpava meus seios fartos.
Estávamos no paraíso.
Desabotoei a calça de Ivete e enfiei minha mão por dentro de sua calcinha, ela continuava beijando meus seios grandes e fartos.
Estava eu possuindo seu corpo lindo, Ivete estava entregue a mercê dos meus desejos que eu sempre cobicei.
Quando finalmente enfiei a mão dentro da calcinha e toquei enfim
Na sua xoxotinha...
Quente e molhada com seu néctar... Soltei um gemi alto...Que pareceu um gemido de animal no cio...Uma delicia úmida quente esperando meus dedos alisarem seus grande lábios.
Só quem já fez sabe a dimensão do prazer sentido.
Hum... Ivete gemia enquanto eu brincava com meus dedos em sua xoxota quente.
Vocês nem imaginam, ela molhadinha.
Eu passava a mão, com muito carinho sentia os fluidos de o seu corpo escorrer pelos meus dedos.
Era algo tão gostoso fiz questão de lamber meus dedos, provando de seu mel.
Logo estava eu sentada no vaso, e Ivete com as pernas abertas sentada no meu colo de frente pra mim.
Meu clitóris pulsava, quando ela se levantou um pouco , ficou inclinada pra trás me ofertando sua xoxota para que eu chupasse, saboreasse absorvendo como a uma fruta madura a espera dos meus lábios.
Que delicia aquele grelinho com cheiro de mulher esfregando na minha cara.
Minha excitação explodiu.
Chupei... e lambi cada pedacinho dela até ela gozar na minha boca.
Ficamos minutos, uma dando prazer à outra.
O tempo passava ai gozamos juntas, eu com seus dedos brincando na minha xoxota e ela me ofertou seu mel, na minha boca.
Depois de ter feito aquela loucura com minha amiga saímos do banheiro, nem ligamos para as pessoas que estavam lá fora.
Olhava e fingíamos que o olhar crítico não era para nós.
Saímos as duas, saciadas e satisfeitas ela por ter provado de mais uma em sua longa lista de namoradas, e eu por fim por ter me decidido que é de mulher que gosto.
Fomos de volta à festa fomos dançar e tomar umas cervejas.
Era muito bom está ali pertinho da mulher que despertou meus desejos mais íntimos.
Depois tivemos alguns encontros, mais realizados e cheios de êxtase.
Mas eu continuava virgem.
Mas o prazer que Ivete me proporcionava enquanto fazíamos um sessenta e nove (69). Não  me deixavam dúvidas que meu  maior prazer era ter uma fêmea para sentir minha explosão de êxtase e entre lábios a verdadeira luxúria.
Mas o tempo foi passando e por motivos familiares me vi obrigada a me afastar da cidade.
Fui ficar uns tempos na fazenda do meu pai e lá conheci um homem que enamorei e com pouco tempo me entreguei a ele.
Um peão da fazenda que só sabia mesmo meter e gozar.
Afinal me fez um favor de tirar minha virgindade, pois prazer mesmo não sentiu.
Parecia que estava fodendo sozinho sem carinho e sem amor.
Mas foi bom...
Pelo menos me deixou mais liberta e agora, mesmo depois de casada sempre acho uma namorada e as escondidas exploro meu lado homo que me elava ao êxtase e prazer.
Gosto e amo meu marido, a sintonia na cama é muito boa.
Mas quando ele fica dias fora a trabalho, eu sempre estou com minha namorada eu sou a ativa e isto me dá maior prazer.
Sentir um grelo latejante e pulsante entre meus lábios me deixa extasiada de prazer.
Adoro... Amo de paixão saborear cada gota do mel de minha namorada. Você que leu e talvez ache até ruim o meu relato, mas é simplesmente porque não entende como é o comportamento do ser humano que sempre está em busca do prazer.
Uma prova é quantidade de posições no ato sexual que todos praticam e gostam de parceiros.
É a verdadeira prova de que nunca estamos satisfeitos.
Reflitam...
Gosto cada qual tem o seu e usa de acordo o seu bel-prazer.

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sábado, 15 de setembro de 2012

Transando com minha sogra II





parte

Como eu relatei no ultimo conto que iria casar e morar um pouco longe da minha sogra, porque além de ser sogra era minha amante e bem safada. Para não atrapalhar minha vida de recém casado fizemos esta opção .É claro que minha esposa achou que foi por que nossa casa ficaria mais perto de sua faculdade.Mas tinha que ter um argumento valido.Não poderia dizer jamais que o real motivo era por minha tara por sua mãezinha um puta safada de marca maior.

Em meus 25 anos de vida eu nunca vi uma mulher gostar tanto de foder, igual minha sogra. Mas como não poderíamos deixar de visita-la volta e meia eu estava em sua casa e a safada me provocava muito.Na sala vendo TV a puta sentava com as pernas abertas na minha frente sem calcinha e ficava se abrindo, mesmo igual uma vadia,isto me deixava louco alucinado de tesão.

No mesmo dia eu procurava uma desculpa e ia me encontrar com ela e transávamos muito.

Não conseguia de jeito nenhum me livrar da tara que tinha por ela, ainda mais que me provocava demais, deixava tantas safadezas escritas e coisas que iria fazer comigo, que quando abria meu MSN eu ficava louco de tesão. Minha sorte que minha esposa é uma pessoa calma meiga e confiava bastante em seu maridinho, não sabendo ela o que andava fazendo com mãezinha safada. Chupadora de cacete.Assim aconteceu:

No final da semana passada houve um feriado e minha esposa convidou sua mãe e vir ficar conosco, pois seu pai iria fazer uma pequena viagem, eu não me opus, pois não tinha argumentos para tal. Mas de antemão saberia que teria que fazer o possível para não deixar minha sogra intervir em minha vida de casado.

Já na sexta feira saímos para comer uma pizza e após o 2º chope minha sogra já conversava alto e sempre colocando sua mão sobre a minha perna.

E a cada momento se insinuava mais, caramba que sufoco eu a cada minuto ficava mais excitado, pois a safada passava a mão discretamente sobre meu cacete.

Fiquei excitado e para não passar vexame fui ao banheiro para esfriar a cabeça e arrumar o cacete dentro da calça para ficar menos visível aos olhos dos clientes.

Assim que eu ia saindo do banheiro masculino minha sogra vem em minha direção e com um olhar bem safado me faz sinal para lhe seguir.

Não é que fui atrás dela que se dirigiu a um banheiro de pessoas especiais (deficiente).

Fechou a porta assim que entrei e foi logo dizendo ta com tesão é meu genrinho safado, vi que está de cacete duro, tira ele que acalmo sua anaconda ligeirinho.

Foi se ajoelhando a meus pés, e eu abri a braguilha da calça e de lá de dentro saltou meu mastro rígido babando de tesão, adrenalina a mil.

A puta começou a chupar meu cacete que parecia que estava alucinada.

O efeito do álcool, o desejo o lugar proibido.

Fez com que aumentasse mais sua safadeza.

Chupava-me com tanta ferocidade, que até pensei que ia tirar um pedaço do meu cacete.

Chupava vorazmente.

Engasgava, babava,gemia. Parecia um bezerro mamando .Não estava mais aguentando.Só de saber que era um lugar publico minhas esposa ali perto.Eu fiquei alucinado de tesão.

Que não conseguia controlar meus impulsos.Assim caprichei estoquei com força e vigor saboreando cada minuto daquele delicioso boque te e...Gozei!

Segurei em sua cabeça e comecei estocar com mais força, o tempo era nosso maior inimigo. Empurrei vezes seguidas até sentir meu cacete se avolumar e gozar.

Segurei mesmo com força sua cabeça de encontro a minha pélvis.

Se for leite que ela queria, teria em abundancia.

Uauuu meu genrinho que loucura.

Quase me afoga, tua mulherzinha está deixando a fonte cheia assim é.

Pois se prepare que nestes dias que estarei em sua casa te quero todo dia. Já comecei agora.

Ai que delicia de leitinho...Humm.

Lambeu-me e deixou meu cacete limpo e lustroso. Caramba que boqueteira safada arranjei.

-Vai guarda este cacete gostoso... Volte para mesa enquanto lavo minha boca e já vou.

Assim fiz guardei meu cacete, mas peguei um papel toalha e enrolei para que algumas gotas do meu sêmen não molhassem minha calça.

Voltei e minha esposa estava sentada conversando com uma conhecida da mesa ao lado da nossa. Lhe dei um beijo e com cara de anjo lhe indaguei onde está sua mãe querida?

Foi à toalete... E está demorando muito deve está sentindo alguma coisa pois bebeu além da conta.

-Já vou vê-la.

_Vá sim minha querida ela pode ter bebido algo que não deve mesmo.

_Mas não demore muito viu meu anjo.

Minha esposa saiu em direção à toalete e logo voltou conversando com sua mãe entre risos.

-Eu não disse Jailton que minha mãe estava sentindo-se mal, olha seu rosto como está afogueado!

-Vou pedir um café forte para ela querida, está bem?

-Sim meu amor.

-Dizendo isto virou para sua mãe e disse minha eu tenho o melhor marido do mundo!

-Sei minha filha ele é muito bom, mesmo em todos os sentidos eu gosto muito dele.

-Ah mainha que bom que a senhora gosta dele pensei que a senhora estava chateada por não morarmos com a senhora. Que nada minha filha quero ver você feliz.Se ele a deixa satisfeita deixa a mim também.

Não é verdade? E as duas ficaram conversando entre si em voz baixa.

-É sim mainha, mas tem umas coisas mainha que ainda não fiz com ele na cama, ele não reclama, mas preciso me desinibir a senhora sabe como é?

_Sei minha filha quando casei com seu pai também foi assim, mas o tempo vai ajudando e vocês se ajeitam.

-Fomos para casa e assim que chegamos fomos para nosso quarto.

Minha esposa estava mais liberada depois que começamos a transar, ela me fez um boquete muito gostoso, nem se comparava ao da minha sogra, mas foi muito bom.

Não gozei em sua boca porque não quis, mas ela estava preparada para receber meu leitinho.

Humm... A conversa de sua mãe estava fazendo efeito.

No outro dia cedo minha esposa foi fazer um concurso para professora do município.

Fui levá-la e assim que voltei guardei carro na garagem, abro a porta dou de cara com minha sogra no sofá só de calcinha e soutien.

-Dona Elza o que é isto?

Oh meu genrinho esta achando ruim estou te esperando, esta noite não dormir direito ouvindo seus gemidos com minha filha safado.

Não adiantou me masturbar duas vezes que meu fogo não abaixou.

Venha quero sentir este cacete afundando na minha xoxota... Anda.

O que poderia fazer sabia que minha esposa só viria quando eu fosse lhe buscar, então vamos à sacanagem, segurei na mão de Dona Elza levando até o quarto de visita.

Empurrei na cama para que ficasse deitada de pernas abertas e cai de boca.

Sua calcinha preta, com rendinha na frente mostrava exuberância de seus lábios vaginais.

Afastava de um lado e outro a calcinha e afundava língua lambendo deixando minha saliva encharcar sua xoxota.

Quando tirei sua calcinha deixando a mostra sua xoxota, por completo fui ao delírio, seu grelo parecia um dedo de tão turgido. Comecei a sugar deixando-a completamente a mercê de minha vontade.

Dona Elza gemia, suspirava se contorcia, mas eu firme com rosto entre suas pernas escancaradas. Ela gozou.

Com um gemido alto senti seu gozo.

Minha boca sugava seu melzinho deixando-a se contorcendo de prazer, lambi cada pedacinho de sua xoxota, seu grelo entre meus lábios parecia que eu não queria mais soltar, sentia tremular.

Uma maravilha de gostoso.

Deixei-a mole de tanto gozar.

Aguenta agora safada que teu genro vai te arrombar de foder.

Coloquei-a de frango assado e segurando suas pernas comecei encostando cabeça do cacete estava bem excitado nossos fluidos juntos.

Segurei em suas pernas e afundei,dona Elza gemia,rebolava que delicia.

Fui fundo mesmo estocava com muita força que o toque de nossos corpos ecoavam pelo quarto.

Castiguei com total liberdade dos movimentos ao som de nossos gemidos, Até que a leve a novo orgasmo.

Nesse meio tempo, meu cacete continuava rígido.

A coloquei de quatro, logo após muito salivar e dedar seu cuzinho ajeitou a cabeça do cacete fui lentamente empurrando dentro do seu rabo.

Ela gemeu baixinha mais aguentou firmemente meu jr, de apenas 20 cm.

Tirava deixando só a cabeçorra e com uma nova investida, recomecei em um galope desenfreado.

Que delicia comer um cu, quando é guloso que aguenta firme é mais saboroso ainda a trepada.

Com a cacete todo encravado dentro de Elza, passei a estocar com mais força, parecia um bate estaca de puro nervo.

Segurei-a pelos quadris e puxando-os de encontro a meu corpo continuei em um galope desenfreado até atingir o clímax, batia em sua anca e puxava seus cabelos como se fosse à rédea de uma égua no cio, comecei a exporrar muito, tirei o cacete e jogando fora camisinha lhe lancei jatos espessos de leite por suas costas, bunda, sentia meu leite escorrer pelas pernas.

Safada ainda com maior cara de puta que desperdício Jailton da próxima vez dá teu leitinho para tua sogrinha. Bem sabes que adoro seu leitinho!

Fomos tomar um banho juntos, e quando estava me enxugando Dona Elza começa u boquete, claro que não ia deixar passar esta chance e recomecei e logo esvaziava todo leite em sua boca gulosa.

Acabamos o banho e logo minha esposa telefonou sai e fui busca-la,assim que minha esposa retornou,indagou por sua mãe apenas respondi que não a tinha visto.

Minha esposa suspira e diz: Coitada de minha mãe deve está cansada, não esta habituada a muita agitação!

-È mesmo amor ela deve está dormindo de ressaca de ontem.

-Nada melhor que uma esposa e filha dedicada.

Assim já faço dois anos de casado, e continuo com maior sacanagem com minha sogra. Que me confidenciou que se sua filha topasse iríamos os três para cama juntos.

Sei não do jeito que vejo as coisas logo a safada convence sua filha a fazer o ménage.

E se depender de mim não deixarei nenhuma delas com fome, pois o tesão que tenho dá para saciar a ambas.

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Eduardo Boquinha Santa









Eduardo Boquinha Santa!
Depois que eu terminei meu namoro com Márcia minha vida mudou.
Fiquei uma pessoa mais arredia, cada vez que eu conhecia uma mulher logo em minha mente vinham os pensamentos da traição.
Pois para mim foi muito difícil ser trocado por outro.
Eu jamais imaginaria que pudesse ocorrer, mas tudo bem, mas foi duro ver minha namorada que já tínhamos dois anos juntos transando com colega de trabalho dentro do carro, isto não posso negar. A safada dava uma de puritana e estava ali no carro na garagem de sua casa fazendo sexo oral.Fiquei furioso e tomei nojo dela.
Apenas acabei sem dá nem pedir explicações.
Muito difícil ser corno.
Mas continuei minha vida, sem compromisso só aventuras cada vez mais ousadas. Saia com uma duas ou até três mulheres,eram uma verdadeira orgia.Eu me sentia como se tivesse tentando mostrar minha capacidade de transar quantas vezes possível.Queria apagar a imagem da minha ex-namorada safada.Sei que era errado,mas a cada transa prazeres imensuráveis.
Sempre as sexta feiras depois do trabalho vou a algum barzinho na orla.
Encontro amigos e ficamos bebendo e jogando conversa fora.
Se aparece alguma amiguinha intima a noitada é estendida até o motel.
Sabe que algumas amiguinhas preferem mesmo a farra do motel a ficar em barzinho bebendo então claro que unimos o útil ao prazer.
Mas nesta ultima sexta-feira, encontrei-me com Fernanda no barzinho e para surpresa minha ela estava acompanhada por um jovem desconhecido do grupo... Depois que foram feitas as apresentações fiquei sabendo que é um primo seu vindo do interior para morar e estudar na capital.
Tinha aproximadamente 20 anos, mas tinha as feições delicadas que poderia confundir qualquer um, uma bundinha arrebitada, um pitéu desconfiei logo que acoca =cola era fanta.
Sem jeitos efeminados apenas rosto delicado como se fosse uma mocinha.
Fiquei eu e Fernanda e seu primo conversando e bebendo depois de um tempo chegou um amigo nosso o Diogo e pela cara de alegria de Fernanda já notei que iam sumir logo de nossas vistas dito e feito.
Passado alguns minutos Fernanda pediu-me se poderia deixar seu primo em casa, pois ele não conhecia muito da cidade e era meu caminho mesmo.
Respondi tudo bem Fernanda levo seu primo sim só vou tomar mais uma cerveja e já vamos.
Assim que pedi a cerveja fiquei olhando para aquele jovem sentado a minha frente.
Uma fisionomia angelical.
Senti meu cacete dá uma empinada com o efeito dos meus pensamentos.
Será que o rapaz é passivo?
Faz um bom tempo que não saio com um passivinho, adoro comer um cuzinho, e eles mamam que são uma beleza, sem muita estranheza igual algumas mulheres. Adoro ver meu gozo explodir em uma boquinha gulosa,mas depois que estava namorando a Márcia ela liberava seu rabo direto que eu nem estava mais procurando um passivo para extrapolar e saciar meus desejos. Tomamos a cerveja paguei a conta e saímos.
Para encurtar o caminho fui pela proximidade da avenida paralela onde tem vários motéis.
Quando ia passando perto de um falei a Eduardo se já tinha conhecido algum motel depois que chegou a Salvador.
Ele respondeu que não, pois desde que veio do interior estava na seca e tinha terminado com seu namorado antes de se mudar.
Namorado? Sim eu sou bi, mas meu gosto maior é sair com homem.
Mas você é assumido mesmo ou apenas dá meio encubado.
Não sou assumido publicamente afinal só precisa saber as pessoas que fazem parte de minha vida, minha prima Fernanda sabe que adoro um macho.
Ah é?
-Bem já que estamos aqui perto dos motéis você quer entrar em um comigo?
-Hum... Bem que gostaria,mas estou sem grana!
-Eu estou te convidando cara, eu pago, mas já sabe quero sigilo, pois adoro mulher e adoro comer um cu e fazer muita safadeza, topa?
-Claro podemos entrar sim, não se arrependerá.
-Depois que vi da minha terra nunca mais sai com um homem.
-Pensei então está do jeito que gosto,é hoje que arrombo este passivinho.uau...
-Acelerei e fui rumo a um motel mais simples pedi que se abaixasse ao entrar e fomos para a suíte.
Ainda meio inibido Eduardo desceu do carro e entrou.
Fui logo ao frigobar e pegando duas cervejas passei uma para ele.
Olhava para aquele jovem sentado ali na cabeceira da cama, com a garrafa na mão fiquei em pé a sua frente.
Bem perto, meu cacete já estava rígido e entre um gole e outro abri meu cinto deixando minha calça ir para o chão.
Meu cacete estava explodindo de excitação, mostrava cabeça já úmida dentro da cueca.
Peguei sua mão e coloquei dentro da minha cueca, ele gemeu sentindo a dureza do meu cacete.
-Ai fui tirando a cueca e deixando meu cacete a mercê de sua boca.
Caracas o menino começou a mamar que parecia um bezerrinho faminto.
Fui para cama e deixei-o a vontade,chupava ,babava cabeçorra os culhões, sua saliva deixava meu cacete lustroso de tanta salivação. Eduardo quase engolia meu cacete todo.Ainda eu estocava lentamente de baixo para cima e segurava sua cabeça.
Ele gemia adorando sentir meu cacete ir fundo em sua garganta.
Deixei logo à mão algumas camisinhas.
E comecei tirar sua cueca.
Seu cacete era bem pequeno, mas estava rígido. Comecei lacear seu cuzinho ,dava pequenos tapas em sua bunda,ele gemia mas continuava me chupando bem gostoso.
Eu estava alucinado de tesão.
Ele chupava bem gostoso sempre circudeando com a língua a cabeça do cacete.
Uma delicia estava quase explodindo em gozo.
Fiz ficar na cama de bruços e cai por cima dele encoxando seu rabo enquanto ele rebolava. Aquilo me deu o maior tesão.
Saber que logo teria meu cacete todo atochado naquele cuzinho semi virgem me enlouquecia de vontade, queria mesmo era explodir em suas carnes.
Mas a prazer proporcionado em cada momento era extasiante.
Vi-lo-ei de frente coloquei uma camisinha, elevei a suas pernas deixando na posição de frango assado.
Ele gemia, eu encostava meu membro em seu anel e esfregava deixando já todo úmido.
Safado gostando gemia igual uma gata no cio, sabia que o estava preparando para cartada final.
Ele gemia delirando de prazer peguei uma camisinha que estava ao lado na cama e coloquei em seu cacete e comecei a botar nele,Eduardo foi ao delírio sentindo minhas mãos em seu cacete, gemia muito alto.
Deixei-o bem fogoso.Suspendi mais suas pernas e com cacete na porta de seu anel forcei,ouvi seu gemido parei um minuto e com mais força meti de uma vez ate cabeça entrar.
Senti suas pregas se abrindo deixei se acostumar e logo comecei a bombear com mais força e vigor.
Ai não podia mais parar,foi uma sucessão de estocadas cada vez mais fortes.Eduardo se masturbava ,gemia pedia que não parasse,se fosse possível parar naquele momento.
Bombeie por mais de dez minutos e explodi em um gozo,caramba parecia que tinha explodido um vulcão a camisinha ficou cheia.
Esperei cacete amolecer um pouco retirei e com papel enrolei camisinha.
Todos sabe que o estimulo ao parceiro contribui ao êxtase continuei punhetando Eduardo e vi espasmos de prazer, se apossar de seu corpo.
Ele gozou e fomos tomar banho .
Ainda tímido , mas não se fez de rogado no banheiro ajoelhou-se e sob água morna do chuveiro me pagou um boquete.
A sensação era muito deliciosa, meu cacete ficou logo igual porrete na boca do gulosinho,aí não tive como me segurar quando avisei que ia gozar achei que ia tirar da boca meu cacete,mas não ,ele continuo me chupando e sorveu de todo meu leite.
Adorei senti sua boca sugando e engolindo meu leitinho todo,respirei fundo,fazia dias que não fodia assim tão gostoso.
Caracas que foda viu!
Depois voltamos para cama já banhados e Eduardo já foi ficando de quatro nn(4),para bom entendedor meio termo é tudo.
Fiquei ali junto a ele me esfregando e logo meu cacete já estava pronto encapei e fui encostando em seu cuzinho que estava laceado esperando seu macho se apossar.
Ate piscava de tesão.
Puxava –o pelos quadris de encontro a meu cacete,depois encostei um pouco e esperei ele se acostumar.
Safado apenas dizia mete ...mete que estou gostando.
A coisa foi ficando cada vez mais gostoso, eu empurrava e tirava cacete e empurrava todo de vez.A sensação de posse aumenta o prazer.
Quando ele gemeu e falou .
Aí delicia assim você me mata de gozar.Fui fundo estoquei em seguidas vezes deixando meu cacete explodir em um gozo insano em sua gruta gulosa.
Eu dava tapas em sua bunda , ele gemia pedia mais cacete até que gozou sujando lençol todo.
Logo esparramou na cama comigo encravado e com respiração ofegante disse.
Que jamais tinha gozado tanto assim.
Apenas respondi.
O prazer tem que ser de ambos cara.
Que você é bom de foder não posso negar, mas já sabe sigilo viu?
_Claro! Você acha que vou sair dizendo que você acabou com as minhas pregas!
Bom saber disto.
Quando quiser já sabe.!
Assim acontece sempre no meio da semana o Eduardo aparece na minha casa, sempre com desculpa querendo algo emprestado.
Mas bem sei o que ele quer e dou e muito.
Leite nos quartos e na boquinha gulosa,Eu até estou chamando Eduardo de boca santa pois me faz gozar muito nela.


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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Transando Com Minha Sogra!









Este fato aconteceu mesmo.
Eu sou Jailton tenho 24 anos, tenho 174, 73 kg sou moreno, sou hetero.
Quando o ano passado eu estava de namoro certo com uma moça, já tinha Um ano (1) e cinco (5) meses que namorava sério mesmo.
Namoro para casar.
Em finais de semana íamos para motel e era muito gostoso.
Só que minha namorada Alice era uma pessoa pacata, tipo assim não era daquelas moças tipo Vamp que topava tudo na cama, ficava na maior vontade de fazer anal e ela sempre se negava, ai eu pensava quando casar com ela tentarei induzir a fazer comigo tudo que gosto.
Adoro chupar uma xoxota Alice até deixava, mas se controlava o máximo para não gozar na minha boquinha.
Ai vocês imaginem como eu me sentia em relação a esta deficiência.
O tempo foi passando e eu observava os olhares insinuosos de minha sogra uma coroa enxuta de 43 anos, tinha uma bunda que qualquer homem virava a cabeça quando ela passava pela rua.
Eu com minha paixão por sua filha nem me dava conta dos olhares de cobiça que ela lançava para mim.
Até que em um dia de sábado à tarde após o trabalho eu fui até sua casa, pois era habito de almoçar com minha namorada aos sábados.
Porém eu havia esquecido que do trabalho ela iria para o salão de beleza.
Mas só lembrei-me depois que já estava em sua casa.
Minha sogra pediu que eu entrasse e que não tinha importância que poderia almoçar lá em sua casa assim mesmo.
Dona Elza colocou meu almoço e ficou sentada a mesa conversando amenidades.
Olhava-me com olhos de mulher safada.
Tipo assim na paquera.
Depois do almoço ela me perguntou o que eu achava sobre uma sogra transar com seu próprio genro.
Eu apenas ri respondendo que não tinha nada demais, pois família unida goza unida.
Mas falei em tom hilário não sabia que uma amiga sua estava de caso com um genro.
Depois que foi esclarecido o fato, retifiquei minhas respostas.
Ah... Dona Elza se ela quer dá ao genro é problema deles.
Não tenho nada contra atitudes de ninguém.
Mas depois que ela me contou este fato eu passei a olhar minha sogra de outra forma, estava sentido desejo por ela, ia a sua casa e só bastava a ver passar de um lado para outro já ficava excitado, imaginava logo eu traçando aquele rabão gostoso.
A cada dia a situação foi ficando mais difícil comecei evitar ficar muito tempo em sua casa, para evitar problemas, mas meu desejo era intenso fiquei tarado mesmo por minha sogra.
Um dia eu fiz um MSN com nome de mulher e adicionei minha sogra, ela aceitou e depois da primeira conversa abri logo jogo. Dizendo quem eu era e porque tinha feito isto.Ela riu muito e gostou da ideia.Continuei investindo paquerando dizendo que estava tarado por ela.E eu não estava mentindo sentia intenso tesão por aquela coroa com cara de puta.Mas ela entendeu e...
Eu falei tudo mesmo que estava doido por ela, que a queria, mas tinha medo da filha dela minha namorada saber de algo e acabar comigo.
Eu gostava e gosto muito da minha namorada.
Dona Elza ria e dizia, deixa de ser bobinho, quero você como genro, mas quero mais ainda como macho você bem sabe que teu sogro só pensa em beber e não dá conta do recado.
Sou jovem Jailton tenho meus ficantes.
Em segredo, mas tenho.
Caracas fiquei doido de excitação, quer dizer que a safada da minha sogra era vadia assim, e eu como besta me acabando na punheta na intenção dela.
Ai na quinta feira passada fui fazer uns exames e tirei à tarde de folga.
Sabia que minha namorada estava na faculdade, mas mesmo assim liguei confirmando.
Fui até sua casa.
Tomei uma dose de conhaque para tomar coragem e fui até casa da minha sogra. Fui com a desculpa que iria colocar uns programas em seu PC.
Entrei sentei e assim que liguei o PC, minha sogra veio sentar bem pertinho.
Conversei poucas palavras e comecei passar mão em sua perna. Ela nem se afastou nem tirou minha mão, pelo contrario segurou e direcionou minha mão para a sua xoxota.
Estava ensopadinha de tesão.
Caramba meus dedos brincavam com seu grelinho, ela safada do jeito que gosto estava sem calcinha.
Eu dedilhava ela gemia.
Ainda falou que assim que soube que eu iria para lá, raspou a xoxota só para mim.
Ai fiquei alucinado de tesão
Ai pronto fechou a porta e me puxou para seu quarto.
Eu nem me importei de nada queria mesmo era trepar.
Gulosa me agarrou, ajoelhou-se a meus pés e pegou meu cacete, me chupava tanto que até pensei que iria engoli meu cacete, meu membro tem 18 cm, mas é bem grosso.
Depois a joguei na cama e só fiz suspender o vestido e comecei afundar meu cacete na xoxota dela.
Gemia rebolava pedia leite.
Nunca vi uma mulher tão tarada, parecia que havia tempos que não fodia.
Uma safada demais. gemia pedindo cacete,até parecia uma vadia mesma das mais safadas.
A puxei até a beirada da cama e estocava com muita força, ouvia o barulho de minhas pernas de encontro a sua pélvis. Não aquentava mais de tesão,doido para gozar.
Ela pedia goza, enche tua vadia de leite vai...
Dei mais umas estocadas fortes e gozei muito inundei a xoxota dela.
Assim que tirei meu membro com cheiro de xoxota à safada caiu de boca dizendo que adora seu gosto de xoxota, fogosa me chupava lambia, deixou-me limpinho.
Não deu outra fiquei logo duraço na mesma hora.
Ai fique acariciando ela a fiz ficar por cima de mim e cai de boca na xoxota greluda dela.
Sugava aquele grelo grande que parecia um dedo.
Ela gemia rebolava e em instantes inundou minha boca com seu mel delicioso.
Eu já chupei muita xoxota, mas nunca tinha visto tanto mel assim.
Uma delicia. Mas eu ainda queria trepar mais.
Meu cacete estava duro chegava a doer de tanto tesão.
Coloquei safada da Elza de quatro na cama. E comecei com muitos carinhos,ela se abria,receptiva ,dedilhava seu cuzinho,dava tapinhas na bunda.Sentia seu cuzinho latejando na ponta dos meus dedos.
Fiquei brincando induzindo a se abrir cada vez.
Brincava com seu grelo, encharcado de tesão.
Eu estava doido de vontade de comê-la com força e vigor. Ela mais ainda,gemia rebolava se enroscando em mim.
Coloquei uma camisinha, peguei um creme que achei na cabeceira da cama, untei seu cuzinho, dava tapinhas na bunda, safada ronronava queria mesmo ser arrombada por seu genro, no caso este que esta descrevendo louco de tesão.
Fui encostando... Lentamente... Empurrava e parava,ela gemia,rebolava, mas não saia do lugar estava tão louca quanto eu, com vontade de transar.
Depois de encostar mais uma vez forcei cabeça entrou, parei dois minutos e sempre acariciando seu grelo, relaxando deixando com mais vontade de ser fodida.
Fiz força e enterrei de vez.
Ela gemeu, segurei pela cintura abaixando seu troco e elevando mais sua bunda para ver meu cacete alojado em seu rabo.
Lindo... Lindo ver seu cuzinho latejando com meu cacete encravado.
Ai não tive como me segurar, o tesão falou mais alto.
Tirei cacete deixando só pontinha da cabeça dentro e comecei uma sucessão de estocadas que parecia um bate estaca, ela gemia rebolava eu dava tapas em sua bunda.
Ai fomos ao delírio gozei muito, e senti seu cuzinho me apertando o cacete foi muito gostoso.
Safada gozou em meus dedos.
Arfafa e rebolava na minha vara como uma vadia.
Depois ficamos atracados e fomos recuperando aos poucos a respiração ofegante.
Assim ela me disse pronto meu querido genro agora pode casar com minha filha que tenho certeza que de fome de cacete nem eu nem ela passaremos.
Estou pensando em casar em dezembro, mas para não dá na pinta vamos morar em um bairro distante da minha sogra.
Mas tenho certeza que não deixarei de lhe visitar sempre, afinal uma potranca como ela difícil um macho que gosta de sacanagem deixar de procurar.
Até hoje minha noiva ainda não me liberou o rabo, mas em compensação minha sogra faz questão que seu genro monte na sua garupa.
Como eu sei que isto é prazeroso tanto para mim como pra ela não dispenso de forma alguma.
Posso ate deixar de gozar em sua xoxota, mas comer seu rabo e encher sua garganta de leite impossível.
A safada adora que eu goze em sua boca.
E gozar mesmo tipo garganta profunda.
Adoroooooooo até parece uma bezerrinha sugando meu leite todo.
Obs.Se depender de minha tara estou casando com uma e levando duas,para me satisfazer na cama.


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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Rafael Meu 1º macho fudedor







Meus pais saem cedo para trabalhar e fico praticamente o dia todo sozinho.
Divido meu tempo entre escola TV internet e vez ou outra saio para jogar bola com amigos do colégio.
Mas na semana passada fio ao ginásio de esportes do bairro e encontrei com dois amigos,antigos colegas de colégio.
Eles não estavam morando mais no mesmo bairro.
Entre uma conversa e outra Rafael começou a falar sobre jogos de games foi assim que lhe respondi que tinha alguns em casa e poderia emprestar.
Ai fomos ate minha casa.
Eu sou bissexual, mas não definido publicamente.
Já fiz alguns trocas com coleguinhas, mas tenho um cacho que mora em outra cidade e sempre que ele visita seus pais que são meus vizinhos fazemos umas safadezas.
Mas com toda descrição, pois o safado além de me comer tem namorada que mora perto.
Então em troca de prazer fico no maior sigilo.
Voltando a meu colega Rafael assim que chegamos a casa fomos direto para meu quarto, juro que não estava mal intencionado.
Fiquei selecionando os jogos e notava seu olhar em minha bunda. Mas fingi que eu não notei.Depois de um tempo eu disse pronto Rafael aqui está os jogos.
Caracas o cara estava com olhar fixo em mim que parecia que estava hipnotizado.
Quando ele respondeu.
-São só estes tipos de jogos que você gosta Marcos?
-Ah não eu adoro alguns diferentes, mas estão no meu PC.
-Você não gosta de jogar bilhar?
-Bilhar?
-Sim aquele que fica taco dentro e bolas fora!
-Ah! Não eu nunca joguei...
-E você?
-Jogo muito não quer experimentar... Não?
-Eu estava marcando bobeira sem entender o que ele dizia até que veio se encostando e senti seu cacete duro na minha bunda.
-Qual é cara ta me estranhando?
-Qual é cara digo eu, foi à resposta dele quer dá um de santinho, mas bem sei que você adora um cacete, vai negar é?
-Tiago me disse que fode muito com você e como ele sabe que gosto de atochar em um macho me passou as dicas. Mas pode ficar calmo que serei sigiloso.
-Está certo mais não esquenta não, fique bonzinho comigo que prometo segredo.
-Vem dá uma mamada em teu macho vem!
Aí eu estava bem pertinho do Rafael sentia sua respiração bem próximo a meu pescoço, vir-me-ei e fui me abaixando até que aquela enorme vara está encostada a seus lábios.
-Ele encostava e dizia... Anda porra está com medo é?
-Engole logo minha anaconda safado sei que você gosta!
-Fui abrindo a boca e engolindo aquela tora aos poucos.
Rafael soltou um gemido e segurando minha cabeça estocava com força, tinha momentos que me engasgava, mas ele não parava.
-Anda safado chupa teu macho, faz dias que estou na seca.
-Safado chupador de cacete, empurrava com vontade que sentia cabeça do cacete encostar-se à garganta.
Seu pré-gozo era abundante chegava escorrer pelos cantos da minha boca.
Ele segurou com mais força minha cabeça, ai senti seu cacete se avolumar mais ainda e em minutos golfadas de esperma me enchiam a boca.
-Engula... engula tudo viu?
-Sem poder me sair desta acabei sorvendo de seu leite, grosso quente o safado parecia que gozou um litro, e não parava de estocar com vigor.
Depois de alguns minutos foi tirando cacete e mandando lamber todo que queria ele limpinho para botar camisinha.
Aí senti uma fisgada na entrada do meu cuzinho.
Caramba depois de uma gozada desta ainda quer me enrabar, foi o que pensei, mas dos males o menor.
Quando Rafael botou camisinha e falou, venha minha putinha venha sentar no colo de seu macho.
Ele sentou em minha cama e me chamou pra ir por cima.
Claro que sabia que a coisa ia ser boa, mas untei meu cuzinho com um umedecedor que tinha no criado mudo e fui me ajeitando, e ficando de quatro (4).
Logo senti na entrada do meu cuzinho, algo duro e quente.
Rafael encostava cabeça do cacete forçando a entrada e segurando em meus quadris forçava... Forçava ate que entrou.
Senti uma dorzinha dei um sonoro gemido ai Rafael parou por alguns minutos, ele deu mais uma forçada e seu cacete se alojou em meu rabo. Ficamos parados uns dois minutos.
Ele batendo e apertando bem minha bunda era a supremacia do prazer.
Sentia aquele ardor aliado ao prazer.
Então Rafael lentamente ia me puxando, de encontro a seu corpo em um vai e vem de meus quadris de encontro a seu cacete eu me sentia como se tivesse me rasgando ao meio, ardia, doía, uma dor gostosa, queimava tudo, mas eu estava gostando de alojar aquele cacete.
Que delicia ser enrabado.
Sem pressa estávamos em minha casa poderíamos aproveitar cada minuto de prazer.
Até que com mais uma estocada senti seu cacete se alojar fundo, gemi suei.
Rafael tinha prática em fuder um cu logo começou a fazer movimentos lentos dentro de mim, foi me fazendo pedir mais, eu gemia pedia mais cacete: Foi assim que Rafael me usava e ousava em um galope com uma mão me punhetava e tirava a cacete de dentro e tornava a socar de uma única vez.
Dava-me cada estocada que ambos soltávamos gemidos como se fossemos animais em cio.
Foi então que pela primeira vez gozei sem me tocar.
Rafael veio em seguida. Ao orgasmo.
Sentia seu cacete expelindo jatos de esperma em meu cu.
- Foi minha primeira foda completa sem pressa sem medos.
Senti-me bem a forma como Rafael me fez sentir. Completo,força vigor e carinhos na medida exata.
Fui enrabado até os talos.
Rafael respirou fundo tirou cacete de dentro de mim e foi lentamente retirando a camisinha. Ele se limpava com papel ,me olhava sem palavras.Eu o via com outros olhos me aproximei e comecei a chupar seu cacete,lambia cada pedacinho dele,sem pressa.
Com gosto e prazer.
Logo seu cacete esta firme como uma rocha na minha boca, ele recomeçou em um delicioso vai e vem mais ritmado.
Uma loucura dentro de minha boca ia funda sentia encostar-se goela abaixo.
Que delicia sentir um prazer pleno com um macho.
Estocou mais uma duas vezes e fui agraciado com seu leite quente, viscoso e abundante.
Rafael me abraçou e pediu desculpas pela forma rude como começamos e me disse que eu seria sua putinha daquele dia em diante.
Eu adorei é claro.
Somos jovens temos sonhos sentimos prazer nas mesmas proporções.
Nada lhe respondi, mas eu meus pensamentos sabia que tinha encontrado um par constante.
Fomos ao banho juntos nos acariciamos, beijamos e fizemos um pacto.
Sem palavras apenas nossos sentimentos.
Depois deste dia tivemos muitas outras aventuras.
E desde esse dia, sempre que podemos saímos juntos em viagens. E agora que estou morando sozinho Rafael fica dias em minha companhia.
Sem exigências, sem cobranças nossa individualidade sempre respeitada.
Mas o carinho que existe entre nós é imenso e isto solidifica e fortalece nossa união amizade e companheirismo.
Que dá em um somatório de prazeres mútuos.



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