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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Safadeza Com Um bissexual Enrustido









Arrombei com meu amiguinho e foi bom demais.
 Quando conheci aquele moço bem apessoado senti um grande desejo, meu cacete ficou em estado de ereção. Carlos era cunhado de minha irmã e morava na casa dela.
 Sempre tive tesão por machos.
 Adoro ver meu cacete atochado em um rabo e o cabra embaixo gemendo.
 Aumenta meu tesão que fica a mil.
 Atocho mesmo com vontade.
 A maioria adora uma boa pegada e eu não sou de negar fogo de forma alguma se quer cacete no rabo eu dou... Se quer leite na garganta eu dou!
 Não os forço que pedem eu apenas os deixo satisfeitos e é bom demais.
 O prazer que sinto quando gozo em um rabo é maior que em uma xoxota. Sentir meu cacete sendo mordiscado pelas pregas é uma coisa de louco.
 Eles atiçam você.
 Sou Nilton tenho 23 anos e sou um bem dotado não em tamanho, mas meu cacete é bem grosso, tem uma cabeçorra que parece um cogumelo. Acontece fazer alguns programas. Afinal aliar prazer dos outros a lucros faz parte da minha vida.
 Adoro fuder.
 Pode ser homem ou mulher quero mesmo é gozar muito, fico alucinado quando estou metendo cacete adentro e ouço os gemidos. Não sou de muita conversa prefiro ação.
 Quando eu conheci Carlos foi assim.
 Carinha de inocente, mas muito safado.
 Carlos era um rapaz de 19 anos, alto e forte ele faz academia, tinha olhos castanhos, cabelos compridos amarrados.
 Sua roupa preta destacava-se das demais pessoas.
 Um cara bem bonito pode se dizer assim, acredito que as moças da cidade andam louquinhas por ele.
-Ah e ainda participa de uma banda, toca guitarra.
 Mas ele gosta mesmo é de dá o cuzinho, notei logo como olhava na direção do meu cacete.
  Afinal não sou bobo.
 Conheço cara de pidão de cacete na hora que vejo.
-Bem fomos pra sua casa e minha irmã que era cunhada do Carlos.
  Estava a nossa espera ,depois de beijos e abraços e de contar as novidades da família, minha mana me alojou no mesmo quarto que Carlos.
 Minha mana foi logo dizendo, vou deixar vocês no mesmo quarto afinal vocês homens devem ter muita coisa para conversar.
 Na verdade fiquei meio incomodado e pedi desculpas a Carlos por está invadindo seu espaço.
- Esquenta não cara, só espero que não se incomode que fico às vezes até tarde no computador.
-Ah eu também fico e trouxe até meu notebook.
- Legal cara adoro ver vídeos e fico até tarde vendo muitos vídeos irados.
-No dia seguinte sai para ver a cidade como estava mudada, mas à noite tive uma surpresa: Eu estava no quarto e dormia, só que mesmo cansado tenho sono muito leve.
 Carlos estava assistindo seus vídeos, eu vi que estava super. Excitado, se mexia muito na cadeira, mas como já estava pronto para dormi estava só de cueca.
 Quando Carlos abaixa o short deixando à mostra seu cacete duro.
 Caramba o rapaz colocou seu membro pra fora e começou a alisar o cacete, vi que era um cacete com tamanho mediano, lisinho sem pelos e com cabeça normal.
 Porque todos sabem que alguns homens têm uma chapeleta que parece mais um cogumelo.
 Eu mesmo sou assim.
 Carlos na solidão da noite masturbava-se.
 Sussurrava palavras obscenas e punhetava, com muita vontade, gemia baixinho, mas me pareceu que precisava de algo mais para estimular e gozar...
 Entendi que minha presença o inibia, mesmo dormindo ou fingindo-se dormir. Rsrsrsr
 Assim quando Carlos levantou-se deixando a cueca cair até o chão foi até o guarda roupa e pegando algo de lá de dentro indo em direção ao banheiro, deixou-me curioso.
 Fui devagarzinho observar silenciosamente o que meu colega estava fazendo.
 Minha surpresa só não foi maior que o consolo que estava metendo no rabo!
 Sim... Isto mesmo ele estava em uma posição que parecia um contorcionista com uma mão alisava o cacete que estava teso de duro parecendo um arco apontando para o seu umbigo.
  E com a outra mão metia o vibrador, gemendo muito como se tivesse sendo penetrado por algum macho.
-Caramba esta cena eu não esperava, pior foi à surpresa de ouvi-lo implorando no faz de conta de seu desejo que eu o comesse.
-Ah Elton mete gostoso em seu macho... Vai arromba com meu rabo... Assim delicia...
 Goza fundo... Goza na minha boca goza! Ah que gostoso.
-Vai gostoso me arromba, acaba com as pregas de teu macho...
-Ah Nilton que delicia assim mete gostoso que vou gozar com teu cacete explodindo no meu rabo...
-Ah que delicia...
-Aí já sabe só ouvi gemidos e meu amigo consegue finalmente gozar.
-Sai rapidamente da porta do banheiro, mas a cena mexeu comigo estava super. Excitado, afinal eu adoro comer um rabo.
 Fiquei cheio de vontade, Aí pensei, mas amanha verei o que fazer.
 Bem é melhor dormir que o dia de amanha promete.
 Virei e fiquei pensando bobices até o cacete abaixar e conseguir pegar no sono, mas de uma coisa tive certeza iria comer meu novo amigo no outro dia mesmo.
 Logo no café da manhã fui diretamente falando e aí cara onde tem umas gatas para você me apresentar, para onde vamos hoje-.
-”Podemos ir numa cachoeira, mas as gatas só de noite, para ir para cachoeira só de ‘bike”, vou pedir a meu colega uma bicicleta emprestada para você.
-Está ótimo será bom curtir ao ar livre uma manhã de sol maravilhoso.
 Assim que tomamos nosso café fomos à casa do amigo de Carlos que emprestou a bicicleta.
 Pedalamos uns 30 minutos e chegamos à cachoeira
 Carlos nem se preocupou em ficar de sunga, pelado mesmo se jogou na água.
 De dentro da água me gritava, venha Nilton aqui só vem gente final de semana pode tomar banho pelado mesmo.
 Nem me importei e cai na água fria sem roupas também, dei longas braçadas percorrendo todo pequeno lago, que se formava abaixo da cachoeira.
 Depois de um bom tempo conversando com Carlos sem querer me esbarrei em sua bunda, senti um leve arrepio de excitação e meu cacete ficou rígido.
 Procurei disfarçar saindo de perto de Carlos, mas parecia que meu cacete não queria abaixar.
 Carlos notou minha inquietação, indagou o que aconteceu cara te fiz alguma coisa?
 Sem conseguir que meu cacete abaixasse, pois estava cheio de excitação, queria mesmo enrabar meu amigo desde o momento que o vi socando vibrador em seu rabo. Não omitir e falei com sinceridade.
- Bem Carlos é o seguinte eu vi você ontem a noite e... Desde então não paro de pensar em te comer, veja como estou!
-Dizendo isto segurando meu cacete que estava super-rápido parecendo uma barra de ferro. Carlos meio sem graça e envergonhado abaixou a cabeça e olhando em meu cacete falou.
-Bem cara já que você viu não posso desmentir nada, eu gosto de mulher adoro comer uma xoxotinha, mas adoro receber um cacete sinto múltiplos prazeres com um cacete atochado no meu rabo.
 Não vou negar e não posso negar isto a você.
 Mas... Estou sentindo tesão por você também.
 E sem mais palavras abaixou em direção a meu cacete e começou a chupar.
 Ah Carlos que delicia, mas aqui não é perigoso alguém nós ver.
 Que nada cara hoje é dia de semana as pessoas só veem para cá em feriados ou finais de semana.
 Vem cá ali tem um lugar muito bom.
 Dizendo isto me segurou pela mão levando-me até uma lareira e uma arvore frondosa.
 Carlos sem cerimônia começou apalpar meu cacete que já estava duro como uma barra de ferro. Depois do chupada que ele deu aumentou mais ainda.
 Então se ajoelhou a meus pés e começou um boquete, até parecia um bezerro desmamado, lambia cabeça do meu cacete indo até os culhões que babava todo cacete gemendo com muita excitação.
  Segurava a cabeçorra com os lábios e segurando com as mãos ficava sugando a babinha com uma vontade louca.
 Eu estava a ponto de explodir meu gozo na sua boca gulosa, mas controlei-me, queria mesmo era atochar o cacete em seu rabo.
 Carlos foi ficando de quatro de mansinho se insinuando, dizendo que queria ser comido como uma putinha.
 Coloquei Carlos na minha frente e alisando sua bunda dava tapinhas de leve, molhei de saliva meu cacete e cuspi em seu anel.
 Encostava a cabeçorra do cacete bem na entrada do furinho dele e forçava levemente ouvindo seus gemidos de prazer.
 Carlos pedia gemendo e rebolando parecendo uma potranca.
  Bota amor...
 Arromba com tua putinha... Vai...
 Vai amor mete essa cabeçorra na tua putinha...
 Vai me faça sua putinha...
 Enche de porra meu rabo... Amor.
 Eu sentia tanto tesão que até deu vontade de socar todo cacete de uma vez só naquele rabo, mas o prazer seria rápido, queria aproveitar cada minuto comendo meu amiguinho safado.
 Depois que meu cacete já todo babado com boquete que Carlos tinha feito.
 Eu encosto a cabeça do cacete de leve e com um suspiro lhe pergunto.
 Você quer de leve ou com força meu puto safado?
 Já sabia quando a excitação é intensa não se importa que sintam dor, mas o prazer maior não é assim. Quando ele me pediu apenas dei um tapinha na bunda e lhe pedi calma.
-Me arromba de vez meu macho me faça sua putinha!
-Então bem devagar fui abrindo as pregas do rabinho daquele safado, e a cada pedaço que entrava, Carlos gemia alucinadamente rebolando no meu cacete.
 Até que a cabeçorra passou assim fui lentamente.
 Senti sua respiração ofegante.
 Então empurrei com força até o talo Carlos gemia e masturbava-se.
 Retirei o cacete deixando só a cabeça dentro e forcei novamente até quando chegou à parte em que não entrava mais.
 Estavam só os culhões de fora.
 Meu cacete estava atochado no rabo do meu amiguinho que gemia parecendo uma gata no cio.
 Pedindo que metesse com vontade que adorava receber leite na bunda.
 Foi ai que parei de penetrar, e comecei os movimentos de vaie vem, então aos poucos fui aumentando a velocidade, Carlos gemia muito me incitava a meter cada vez mais forte.
 Eu segurava sua cintura puxando-o de encontro a mim.
 Estávamos cada a hora, comecei a notar que Carlos começou a gozar seu cuzinho começou a mastigar meu cacete, apertando comprimindo.
 Então eu não aguentei e comecei a gozar dentro dele.
 Seus urros misturavam a meus gemidos.
 Ficamos atracados como dois animais no cio.
 Depois de alguns minutos nos banhamos e voltamos à segunda parte Carlos começou a chupar meu cacete que ficou duraço e me pediu que o deixasse cavalgar.
 Reclinei-me na arvore e Carlos veio sentar no meu cajado
 Experiente o rapaz sentou que parecia uma putona rebolando no meu cacete.
 Levantava o corpo e descia aos poucos até senti que estava todo dentro assim ficou alguns minutos quicando com meu cacete atochado no rabo.
 Aí não deu outra em poucos minutos senti meu cacete pulsando.
 O tesão foi maior e explodi em um gozo.
 A intensidade de meu gozo foi imenso já sentia minha porra escorrendo por suas pernas.
 Carlos tirou segurou no meu cacete e passou a cueca, ligeiro enxugando. Logo ele começou a limpar meu cacete todo com a boca.
-Aí já viu a resposta foi de imediata nem parecia que eu tinha acabado de gozar.
 Em poucos minutos enchi garganta dele de leite.
 Que se deliciava dizendo que era delicioso o leitinho do amiguinho. Bebeu todo meu leitinho e deixando meu cacete limpo. Guloso e safado.
 Relaxamos um pouco e banhados e satisfeitos voltamos para cidade. Carlos pediu sigilo, pois tinha uma namorada e não queria magoa-la. Claro que concordei afinal quem come e guarda come muitas vezes.
 Mas apenas o fiz prometer que... Não seria esta única vez.
 Carlos com um sorriso afirmou claro você com um cacete gostosão deste não vou dispensar e hoje foi à primeira vez de muitas vezes.
 Fiquei quinze dias de férias na casa de minha irmã e foram quinze dias de muita foda.
 Teve um dia bem cedinho que o peguei de quatro na cama segurando em seus cabelos longos como se fosse uma crina, meti tão fundo que Carlos gemia como um animal no cio.
 Quando gozei e tirei cacete a camisinha saiu suja de sangue.
 Foi uma foda animalesca.
 Muito prazerosa.
 Depois no dia seguinte Carlos convidou um passivinho amigo seu para participar de uma festinha.
 Até que foi bom demais.
 E é claro adorei enrabar ele enquanto ele chupava o Carlos e bebia todo seu leitinho.
 Logo voltarei lá e já vou preparado para comer muito o rabo do meu amiguinho. Que dá uma de machão, mas gosta mesmo é de ser putinha de macho bem dotado como eu!




Ps.Este conto é uma continuação  de um outro conto postado aqui."Transando gostoso na Cachoeira"



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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Meu amante ...Bom de cama!







Olá.
Eu sou e Giovana, sou casada tenho 37 anos, meu marido é um pouco mais velho que eu a diferença de idade até a pouco tempo não atrapalhava nossa vida intima.
Mas de uns tempos para cá as coisas complicaram.
Meu marido trabalha arduamente, ele tem uma fazenda e adora criar cavalos.
Até colocou uma baia em um sitio bem próximo a nossa cidade.
Ainda para completar o trabalho exaustivo sempre em alguns dias da semana fica com amigos na baia e bebem muita cerveja e uísque.
Chega ao ponto nem de voltar para casa.
Eu acabo ficando sozinha e carente.
Conversando com uma amiga e falando sobre intimidade, ela me confidenciou que acontece mesma coisa com ela e esposo dela.
Mas para complementar sempre está de caso novo e de preferencia mais jovem.
Eu disse que não teria coragem.
-Ah Giovana deixa de serem bobas estes jovens na flor da idade doidos para serem seduzidos, que mal faz sair com algum, sem compromisso ir a um motel transar com muita vontade sentir muito prazer depois paga conta dá um presentinho ao garoto e sai com corpo renovado.
-Além do mais que todo jovem gosta de uma coroa.
-E nem você nem eu somos velhas para ficar sem sexo e podermos aliviar nossas tensões.
Fiquei pensando e resolvi no primeiro momento que encontrasse um jovem e sentisse atração não titubearia iria sim, sair e me divertir.
Assim aconteceu no ultimo feriadão fui ficar no sitio com meu marido.
Ele iria fazer um leilão e um churrasco. Além que eu poderia aproveitar o sol e tomar banho de piscina.
Chegamos cedo como a casa tinha caseiro eu não me preocupei com nada além que meu marido tinha acertado um Buffet.
Estava na piscina quando ao longe observo um rapaz muito simpático dando banho em um cavalo. Senti uma forte atração de ver aquele homem jovem e musculoso
Com um jeito rustico cheirando a suor.
Pensei... Encontrei quem estava procurando.
Vesti uma saída e fui de encontro a aquele rapaz.
-olá Tudo bem?
-Quem é você? Sou Marcus o tratador de cavalos e filho do caseiro.
-Ah é.
-Sim senhora meu pai cuida do sitio e eu cuido dos animais.
-Interessante!
Diz-me uma coisa quando meu marido dorme aqui tem alguma festinha por aqui.
-olha senhora eu não posso dizer nada, mas sempre vejo mulheres jovens circulando por aqui, mas elas já vêm acompanhadas, algumas ficam até tarde só ouço risadas altas e musica.
-Ah é?
-Sim senhora, mas seu marido quando fica a aqui se recolhe cedo, mas seus amigos fazem a maior bagunça.
-E aqui para nós acho que são mulheres de programa, pois se vestem com pouca roupa, ainda a semana passada teve uma que tomou banho pelada na piscina.
-Bem claro que gostei de ver, mas quando ela saiu da água nuazinha só a vi entrar no quarto ali da piscina com três (3) homens a senhora imagine o resto.
-Ah é?
-Meu marido nunca me disse nada sobre estas festinhas.
-Mas é que as pessoas que guardam os animais aqui chegam acompanhadas e ele não pode dizer nada.
-Entendo... Fixei bem meu olhar em Marcus e assim de supetão o convidei a vir tomar uma cerveja comigo a noite.
-Ele me olhou fixamente e perguntou e seu marido?
-Ah depois que ele toma duas doses de uísque é cama até amanha de manhã... Ai fazemos nossa festinha!
-Hum entendo!
-Claro que ele entendeu que a ultima coisa que eu queria naquela noite era cerveja, mas muito sexo regado a leite direto da fonte.
Estarei na baia às 23 horas dona Giovana e com certeza gostará.
Durante jantar simulei que bebia e meu marido feliz com minha companhia entornou uísque para dentro.
Assim que jantou tomou um cafezinho e foi direto para nosso quarto eu toda ansiosa, falei pode ir meu amor que assim que fizer umas ligações já vou para nosso quarto.
Como minha mãe dizia quando uma mulher quer convence até o Demo*
Demorei alguns minutos e fui para o quarto e como era esperado meu marido estava roncando. Tomei um banho vesti uma camisola sem nada por baixo e colocando um robe fui em direção à baia sorrateiramente. De longe senti cheiro de tabaco.
Era Marcus que encostado em uns fardos de capim fumava tranquilamente um cachimbo.
Achei-o lindo com seus cabelos úmidos e uma camiseta branca que insinuava seu porte de trabalhador braçal. Assim que ele me viu veio ao meu encontro e começamos a nos beijar. Ele bem sabia o que eu queria mesmo.
O tempo era pouco e sem muitos rodeios fomos até um canto da cocheira e Marcus colocando uma manta sobre o capim seco e fofo.
Deitamos-nos...
Marcus ágil foi tirando meu roupão e camisola, claro que eu estava sem nada por baixo.
Deitados tendo como cúmplice a luz do luar, Marcus começou a chupar minha xoxota, eu devido à posição apenas o punhetava sentia seu cacete viril rígido como a uma rocha.
Com algumas lambidas e lingadas profundas me derreti em um gozo intenso.
Sentia a cada momento a intensidade de prazeres pelo meu corpo.
Ah que delicia.
Marcus com cara lambuzada de meu gozo sai de dentro de minhas pernas e colocando-me de (4).
Vem sobre meu corpo com urgência e total força. Sinto seus pelos arrepiados e como um garanhão começa a estocar com força seu cacete.
Minha xoxota lubrificada com meu gozo se abriu como uma flor para receber o mastro do garanhão.
Sentia sua respiração ofegante, Marcus bombeava com força. Acelerando cada vez mais. Apalpava minha bunda e vez ou outra me dava tapas falando obscenidade que instigava nossos desejos elevando ao êxtase.
Ah... Que potranca gostosa.
Ai que delicia sentiu meu cacete todo atochado em você senhora, rebola no cacete de seu garanhão, vai safada...
E assim que você gosta.
Seu corno não te dá cacete não... Rebola no cacete de seu macho.
Ah eu vou gozar... vo...vou goza...gozar.
E com estocadas frenéticas sinto seu cacete inchar e explodir dentro de minha xoxota.
Foi algo rápido, mas com intenso prazer, Marcus ficou algum minuto atracado a minha cintura e depois de algum tempo seu cacete foi saindo de dentro da xoxota.
Tirei a camisinha e com as mãos comecei acariciar seu cacete. Senti uma necessidade de chupar seu membro.
Minha boca salivava e sugava o restante de sua seiva.
Marcus ficou louco de desejo. Mas não tínhamos tempo.
Fui para casa sede feliz e aliviada, tentei conciliar o sono.
-Mas tive a certeza que tinha acabado de encontrar um amante.
Assim o tempo vai passando e comecei a frequentar mais o sitio. Mesmo durante algumas tarde.
Lá estava eu com o tratador de animais do meu marido. Que além de tratar de seus cavalos de raça estava domando sua potranca.
Que no caso sou eu.
Claro que faço possível para deixar meu garanhão fogoso sempre disposto a saciar meu desejo de fêmea no cio.
Ah... E meu marido também anda muito satisfeito porque resolvi acompanha-lo mais vezes ao sitio. Até esta falando de mudar de vez da cidade.
Claro que seria ótimo assim teria mais vezes com meu garanhão.
 Insaciável que é Marcus.
Nem podemos dá uma voltinha a cavalo no sitio que procura logo um lugar deserto para transar.
Como não sou de negar fogo sempre estou no maior rala e rola com ele.
Hum... Delicia ter um amante.
Assim continuo uma esposa dedicada à família e meu marido não reclama, pois.
Estou sempre presente. Claro que dou a ele vez ou outra quando ele está disposto. Enquanto que com Marcus faço as maiores loucuras.
Muito bom mesmo.




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12/11/2012.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Enrabado pelo meu tio!







lá pessoal tudo beleza?
Hoje vim contar uma aventura que tive há algum tempo, na época eu não tinha noção do meu gosto sexual.
Foi assim que me definir completamente em ser gay.
Assim aconteceu:
Olho eu sou moreno claro cabelos curtos olhos e cabelos castanhos.
Meu rosto é delicado e minha bunda bem apetitosa.
Recebo muitas cantadas de muitos caras.
Alguns se dizem hetero, mas na hora do rala e rola adora dá lambidinha no meu cuzinho guloso.
Digo guloso porque quando ver um porrete encostar se abre todo para engolir.
Minha primeira transa  foi quando eu tinha 17 anos e meses, era um moleque ainda nem sabia dizer porque gostava de olhar meu tio ficar tomando banho.
O irmão mais novo de minha mãe morava na mesma casa que eu.
Meu cacete ficava duro, mas eu era bestinha nem sabia direito das coisas,
Até que um dia meu tio me pegou lhe espiando bater punhetas fez chantagem comigo, se não chupasse o cacete dele contaria para meus pais.
Eu além de ser besta estava gostando então fui com meu tio para o quarto dele, enquanto sua irmã que era minha mãe trabalhava.
Era algo novo, mas foi muito gostoso sentir seu cacete todinho dentro de minha boca em um vai e vem sem parar até que ele segurando minha boca gozou muito.
Eu gemia gostando, mas quase me afogo de tanto leite que o safado me fez beber.
Foi à primeira vez, depois com poucos dias ele me comeu, Aí foi uma coisa de louco.
Olhando para o passado agora não sinto raiva dele até agradeço por ter me libertado das mil e uma duvidas que tenha sobre sexo.
Meu tio Diogo era cinco anos mais velho e me fez ficar sua putinha por mais de seis meses.
Quando tivemos a primeira relação amorosa, foi algo animalesco porque não senti prazer, muito prazeroso foi para ele além de esfolar meu rabo, fez de mim sua rapariga, não foi nem uma nem duas vezes que eu estava dormindo e ele voltava da casa da namorada e ia direto para meu quarto me enrabar. Mas com pouco tempo as coisas mudaram.
Mas tomei gosto pela coisa e logo ficava já esperando, pois vinha de cacete duraço.
Mas a primeira vez foi assim, depois que me fez beber muito do seu leite, avisou que de noite me faria uma surpresa,
Eu fiquei esperando calado no meu quarto fingindo dormir sem saber o que fazer.
Se dissesse a minha mãe seria um pandemônio e com certeza iria ser mandado para algum colégio interno.
Então fiquei na minha comecei a ler como era relação de homem com homem.
Vocês podem até achar que seja tudo invenção, mas não foi, pois isto aconteceu no ano de 2005, morava no interior, não tinha muitos amigos, nem celular nem internet.
Agora as crianças e adolescentes já nascem sabendo sobre tudo e os pais são mais liberais.
Então Diogo veio da casa da namorada entrou, minha mãe estava dormindo meu pai viaja é caminhoneiro.
Assim que entrou ouvi seus passos indo ao banheiro e depois chegou até meu quarto.
Lucas... Chequei com tua surpresa!
Olha que trouxe para você!
 A sua voz era baixa...
Aproximou-se e sentando em minha cama foi dizendo, acorda que tenho algo para tu.
 -O que é Diogo?
- Abrindo a mão vejo uma calcinha na palma de sua mão.
-Tome vá vestir e vem logo.
-Mas isto é uma calcinha de mulher!
-É sim pequei da Eliana minha namorada quero ver minha putinha vestida com ela!
-Mas Diogo!
-Deixa de mais e vá logo vestir não te disse que você seria minha putinha.
-Anda ou quer que minha irmã saiba que você gosta de chupar um cacete?
Mas Diogo... Você me obrigou,
Sei que obriguei, mas você ficava me olhando direto, então porque gostava de ver meu cacete,
-Vamos logo Lucas estou morrendo de excitação.
-Assim cabisbaixo fui me virando de costa e tirando meu short de dormi vesti a calcinha, que era vermelha de rendinha.
Diogo se aproximou e pude ver que seu cacete estava bem rígido,
Fez-me sentar na cama e ficou esfregando seu cacete no meu rosto, ainda de roupa.
-Eu sentia seu cheiro de macho gostoso.
Depois de um tempo Diogo foi tirando sua roupa, e dentro da cueca saiu um cacete duro parecia uma tromba de um elefante.
Caracas eu ainda iria completar 18 anos, mas tinha meu corpo de menino.
Olhar para aquele cacete de pertinho, foi subindo um calor pelo corpo e comecei a sentir minha garganta seca, e sem palavras me aproximei e comecei a chupar seu cacete.
Lambia e chupava tirando e botando-o todo garganta adentro.
Ahh...
Meu sobrinho aprendeu rápido hein...
Assim minha putinha...
 Chupa o picolé de seu tiozinho...
Ai que delicia. Tesão...
E u chupei  muito por mais de dez minutos, nem podia gemer com medo de minha mãe acordar
Já sentia a calcinha molhada de minha gala ralinha  , saia pouco parecia uma  aguinha branquinha.
Depois de um tempo chupando Diogo ele mandou eu ficar de quatro na cama e veio se encostando, alisava minha bunda dizendo coisas.
Afastava a calcinha de um lado para outro.
Ai que bundinha linda meu sobrinho tem.
Com esta calcinha, entrando no rego me deixa doido de excitação.
Hum... Que delicia de cuzinho virgem...
Ah que estou doido para arrombar teu cuzinho meu priminho.
E assim ficava encostando o cacete na porta do meu cuzinho , tirava , encostava novamente forçando depois começou cuspir e com um dedo ficava dedilhando meu anel.
Depois foi com dois dedos.
Sentia minhas pregas ardendo, mas estava gostando... O safado sabia fazer as coisas ficarem gostoso.
Diogo ficou um bom tempo brincando com dois dedos no meu rabinho e alisando minha bunda.
Depois o safado pegou e ficou me masturbando e com meu próprio pré - gozo lambuzava meu rabinho virgem... Ou quase virgem  já que seus dedos já tinham entrado quase todo no meu cuzinho.
-Ai em um momento Diogo falou olha vou fazer uma coisa só para te animar... Mas é só hoje viu minha putinha?
Diogo me virou e eu ficando de barriga para cima, ele inclinou-se e começou a me chupar.
Gemi gostoso, pois nunca tinha sentido um prazer tão intenso como senti com sua boca no meu pequeno cacete.
Mas foi poucos minutos, senti meu membro ficar mais duro e com suas chupadas fiquei mais alegre.
Comecei a sentir sensações em meu corpo jamais sentidas.
Mas durou poucos minutos minha alegria. Pois logo ele tirou da boca e com rapidez colocou minhas pernas em seus ombros encapou o cacete com camisinha com cheiro de morango e começou encostar seu cacete na porta do meu anel.
A cabeça entrou soltei um sonoro gemido, mas Diogo não tirou o cacete.
Falou relaxa e aproveita e falando sacanagem metia o cacete e parava para eu poder me acostumar.
Ah como doeu nas primeiras estocadas, eu gemia tentava me sair, mas ele mais forte que eu me prendia com peso de seu corpo.
Diogo era forte ainda mais com a vontade que estava de foder.
Ele encostava o cacete e ficava parado, ai depois forçava novamente e parava.
Assim o tempo ia passando eu relaxando com suas investidas estava gostando.
Foi naquele momento que me descobri que era realmente gay que gostava de cacete encravado no cu.
 Diogo me viu relaxando pegou me virou de quatro (4) novamente e benzutou seu cacete com um gel e ensopou meu cuzinho e em pé na beira da cama esperava o momento certo.
Ai Lucas está doendo está?
Um pouco Diogo... Mas pode meter com vontade que estou preparado!
Ah meu sobrinho querido quer cacete quer?
Sem esperar resposta... Meteu fundo e eu gostando respondi que sim.
Quero sim tio ser sua putinha.
 Diogo nem esperou terminar a frase segurou na minha boca com uma das mãos e com a outra segurou seu cacete e enfiou com vontade no meio do meu rego.
Aí vi estrela rodarem... , Ai como doeu...
Gemi forte ele parou alguns minutos.
Sentia seus pelos pubianos encostando-se à minha bunda.
Caracas como foi que meu cuzinho coube aquele mostrengo todo.
Diogo tirou a mão de minha boca e com poucas palavras dizia aproveita safado, pois agora sou seu macho de verdade rebola no cacete de seu tiozinho rebola.
Minha putinha gostosa.
E um vai e vem desenfreado comecei a rebolar a dor deu espaço ao prazer.
E Diogo com estocadas firme e forte explorou cada pedacinho de meu anelzinho fazendo de mim sua putinha...
Minhas pregas ardiam, mas era suportável, pois a imensidão do prazer era maior.
 Demorei a gozar, era o meu primeiro orgasmo, foi assim que comecei sentir meu cacete expelindo leite.
Diogo sentiu meu cuzinho apertando seu cacete e acelerou as estocadas,
Foi algo bom demais.
 -Ai que delicia sentir meu gozo pela primeira vez ainda, mais com um cacete encravado no rabo.
Não demorou muito o Vuc... Vuc. do cacete de Diogo dento do meu rabo.
Suas veias dilataram e inchou nas minhas entranhas e começou a encher a camisinha.
Delicia minha primeira vez, de gozo de tomar leitinho e de receber cacete na bundinha.
O tempo passou as coisas mudaram, mas eu continuo gostando de macho Diogo meu Tio casou foi embora para São Paulo e eu continuo com meu gosto por homens.
Só que agora tenho outra visão.
Sou publicitário tenho minha independência financeira e escolho com quem quero compartilhar meus momentos de prazer.
Também saio com alguma mulher que me apetece, mas na verdade adoro um macho bem viril.
E se for um bem dotado amo de paixão de gozar muito com porrete atochado no meu cuzinho.
Pode ser que critiquem, mas o gosto é meu se sentir dor serei eu e sentir prazer também serei eu.
Então só posso aproveitar os bons momentos que a vida me oferta.
Beijos e comentem, por favor.

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sábado, 3 de novembro de 2012

Transando com duas safadas





Olá meu nome é Jaime
 É a primeira fez que vou relatar uma história verídica aqui nesse site.
 Bom eu tenho 23 anos sou negro, e um corpo sarado, as pessoas me consideram bonito.
 Bom hoje venho contar uma história que me aconteceu quando eu estava de férias no começo do ano no sitio de meus pais no interior de Aracaju.
O sitio era perto de um vilarejo onde tinha praia.
Muito sossegado em dias normais, maior movimentação era em dias feriados e no verão.
Estava tranquilo sentado na beira do mar, a praia estava bem vazia, pois era bem cedo e estava um dia meio nublado.
 Mas vi ao longe algumas pessoas tomando banho de mar, fiquei admirando de longe, duas mulheres com corpos bronzeados pareciam muito lindas.
 Então resolvi ir até elas para conversar e quem sabe poderia rolar alguma coisa.
  Ao chegar me apresentei e trocamos dados triviais, fiquei sabendo de onde eram elas, na conversa descobri que elas estavam no hotel que é perto de nosso sitio.
Eu, então resolvi convida-las pra um banho de piscina lá no nosso sitio.
Adorei... Pois elas aceitaram eu notei que elas pareciam bem putinhas, uma de 24 e outa de 22 anos.
Achei legal terem aceitado.
Claro que ia xavecar se topassem seria ótimo nada forçado.
 Elas chegaram ao sitio naquela mesma tarde, estavam com uns biquínis que não tapava nada quando observei direito e vi aqueles seios lindos e suas belas bundas, logo fiquei excitado.
 Assim fomos para a piscina ficamos conversando por alguns minutos, ate que elas disseram que adorariam fazer topless.
Eu disse que se quisessem poderiam, mas isto me deixaria louco de tesão:
Elas riram e falaram que baixariam meu tesão.
Eu disse que adoraria mesmo, fui logo perguntando se topariam mesmo.
Elas acenaram cabeça afirmativamente.
Eu ri e dizendo que gostaria de fazer um sexo a três (3).
Ah que delicia! E você aguentaria com nós duas?
Claro se não pudesse comer as duas chuparia tanto ate deixa-las saciadas.
Afinal elas eram muito gostosas. Elas riam e tirando suas roupas se jogaram na piscina.
Eu mais que rapidamente fiz o mesmo.
Claro que não sou bobo em rejeitar duas putinhas entregando-se de bandeja para mim.
Logo aceitei a oferta e fui pra cima de uma delas e comecei a beijar e tirar a sua timidez, se é que estavam tímidas,
Aline correspondeu a meu beijo.
Sentia meu cacete cada vez mais duro da proximidade de seu corpo nu sob a água;
Ela ficou na borda da piscina, enquanto Lara a outra amiga se aproximou, por trás de mim.
E já veio pegando no meu cacete duro, a deixei me ficar punhetando com a mão enfiada na sunga. Depois de um tempo pequei Aline pelo colo colocando-a sentada na borda da piscina e comecei a lamber aquela linda xoxotinha enquanto a outra amiga tirou minha sunga começou a chupar meu cacete.
 Aline gemia com as lambidas na sua xoxota que parecia que ia chorar de tanto prazer.
Saímos da agua e deitando-a em uma das cadeiras da piscina castiguei com chupadas mais intensas.
Uma delicia chupar sendo chupado.
Sentia seu melzinho escorrendo pelas beiradas da xoxota.
Foi uma delicia.
Queria meter fundo na sua xoxota gulosa, mas queria prolongar a farra ao máximo possível.
Lara me pediu pra eu a chupar também.
Ai que ficou bom duas xoxotinha junta a minha disposição. Eu estava louco de negar a um desejo daquele, as duas deitadas juntinhas comecei a chupar uma e outra.
Sentia seus fluidos se misturarem em meus lábios uma delicia de sacanagem.
Depois de um tempo só explorando suas xaninhas e provando de seu delicioso gozo.
Pedi que as duas ficassem de quatro na cadeira que, queria escolher a mais gostosa pra eu fuder primeiro.
 Uma decisão muito difícil.
Bom então peguei as duas e deixando-as de quatro eu comecei a meter bem devagarzinho em uma enquanto a outra eu dedilhava a xoxota ensopada,
  Estava me deliciando com aquelas xoxotinhas deliciosas.
Era gostoso demais ouvir as duas gemerem uma pedia para meter mais forte a outra pedia que a fodesse mais fundo.
Em metia o cacete todo até o talo.
 A... Comecei a meter sem dó nas duas com muita força, logo tirava meu cacete de uma e metia em outra.
Pareciam duas potrancas esperando um garanhão reprodutor gemendo pedindo mais e mais cacete.
Aline gozou alucinadamente na cabeça do meu cacete.•.
Que delicia sentir seu corpo enrijecer e entrar em convulsão de prazer.
Ela se acalmou um pouco e fui me dedicar a Lara que me pediu que a deixasse me cavalgar.
Lara era mais fogosa e experiente veio sentou no meu cacete.
 Ficou subindo e descendo controlando seus movimentos de acordo seu gosto.
Uma safada que sabia provocar o meu tesão.
Quando ela sentou e cavalgou nele por um bom tempo.
Fiquei alucinado já não estava aguentando segurar o gozo.
Depois de alguns minutos senti Lara acelerar sua cavalgada e gozar.
Eu apertava sua bunda e acariciava seu anelzinho
.Que mordiscava meu dedo enquanto gozava no meu cacete.
Eu já tinha saído com duas putas junto, mas estas duas estavam de parabéns de tanto fogo que estavam.
Ainda bem que eu sabia controlar meu gozo para deixa-las cada vez mais satisfeitas.
Quando Lara já estava gozando eis que Aline toda safada vem e senta na minha cara com xoxota toda arreganhada e ensopadinha de tesão.
Ai fui à loucura.
Uma xoxota no cacete e outra na ponta da língua coisa boa demais.
Caprichei em lambidas e sugadas e logo fui premiado com belo gozo na ponta da língua.
Assim as deixava saciadas e felizes,
Lara gozou e saiu de cima do cacete, mas ficou me chupando sentindo seu próprio gosto,
O sabor de sua própria xoxota.
Estava prestes a explodir foi quando pedi para que as duas (2) ficassem de quatro (4) eu comecei á meter um pouco em cada uma.
Um delicia duas xoxotinhas ensopadinha recebendo meu cacete que parecia que ia estourar de tão duro.
Estocava com firmeza em uma e outra sentia o calor de suas xoxotas, que pareciam um vulcão incandescente recebendo meu cajado com todo vigor.
Como não poderia gozar nas duas acelerei as estocadas e já prestes a gozar tirei a camisinha e
Gozei em cima delas feito louco!
Pareciam duas bezerrinhas famintas brigando para ver quem bebia mais do meu leitinho.
Deitei ao lado delas e as duas vieram pra cima e me lamberam e chuparam deixando meu cacete limpinho e pronto para outra sessão de sacanagem.
Como não pode faltar.
Acho que vou ter dois cuzinho para arrombar.
Serei mais cauteloso um de cada vez para saborear o prato mais apetitoso da orgia da tarde.
Fomos tomar um banho e ouvi as duas conversando entre si.
Fiquei na minha, só depois soube que estavam combinando quem daria o rabo primeiro.
Aline teve mais sorte e logo foi tomar banho comigo.
Meu cacete estava bem duro, a safada ficou masturbando e deu lambidas deixando mais fogoso ainda.
Não perdi tempo no banho mesmo untei seu rabinho com creme que encontrei no banheiro. Botei camisinha e a fiz ficar encostada no armário.
Encostei lentamente meu cacete logo sentia seu anel piscar, bem encharcadinho, empurrava e parava depois empurrava de novo ai quando a cabeça entrou parei. Foi quando senti Aline rebolar vindo de encontro a mim.
Foi uma sensação deliciosa o cacete entrou fundo.
A safada parecia potranca rebolando no meu cajado.
Como ela queria eu a estocava com força e meu cacete entrava e saia de uma vez.
A safada gemeu e caprichei acariciando com as pontas dos dedos seu clitóris.
Parecia uma potranca no cio, gozou entre meus dedos.
Ai seu cuzinho ficou mordiscando meu cacete.
Aproveitei de seu gozo e comecei uma sequencia de estocadas puxando-a de encontro a mim pela cintura e gozei.
Sentia meu cacete latejando em seu rabo, que ficou mordiscando me dando mais prazer ainda.
A outra amiga enquanto me via enrabar sua colega batia uma siririca e assim que me viu tirar o cacete do cuzinho da colega veio para perto e foi logo dizendo que queria também.
Eu apenas respondo deixa o guerreiro descansar um pouco para que você também possa sentir ele todinho atochado em você.
Sem palavras abaixou e já começou a chupar meu cacete.Que deu sinal que já já estaria pronto para outra investida.
Já vi duas putinhas insaciáveis, mas iguais aquelas duas ainda não tinham provado.
Logo volto para relatar a façanha deliciosa. Que foi meu final de semana com as duas safadinhas quando voltamos para cidade e fomos a um motel.

Docecomomel(hgata)
‘“Não confundam o criador com a criatura”
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